Opinião

Selecção de sub -17

Acompanhei todos os jogos que a nossa selecção de sub-17 efectuou no mundial de futebol dessa categoria e gostei imenso de ver as exibições dos nossos palanquinhas.

Os jovens jogadores que estiveram no mundial do Brasil podem vir a tornar-se, se forem bem acompanhados, em grandes futebolistas ao nível de África, e acredito que um dia hão-de ajudar a selecção sénior a praticar futebol de altíssimo nível. Era bom que Pedro Gonçalves, o treinador dos sub-17, continuasse a trabalhar com esses jogadores que no Brasil suscitaram a admiração de técnicos e de jornalistas desportivos. Os que integraram a selecção de sub-17 são ainda muito jovens e tenho esperança de que venham a melhorar ainda mais, para bem do futebol angolano. Espero também que alguns dos jogadores da selecção de sub-17 venham a jogar em grandes equipas de futebol, para adquirirem mais competências. Quero que um dia Angola tenha uma forte selecção sénior. Que se preste muita atenção aos actuais jogadores de sub-17. Eles devem merecer todo o nosso carinho. Os jogos que efectuaram no mundial deu para perceber que eles podem ir muito longe. Jogadores como Zito Luvumbo, Zini e Capita podem vir um dia a dar muitas alegrias aos angolanos.
Gervásio António
Marçal

Receitas dos mercados
Em muitos mercados de Luanda cobram-se taxas às pessoas que neles comercializam diversos produtos. Não sei se a cobrança dessas taxas são permitidas por lei, mas, de qualquer modo, era bom saber do destino que é dado ao dinheiro que é arrecadado. Se a cobrança das taxas são legais, sou da opinião de que o produto da cobrança devia servir para melhorar as condições dos vendedores dos mercados. Tenho conhecimento de que muitos mercados, em que se cobram taxas, não têm sequer casas de banho e sabe-se que os vendedores neles permanecem muitas horas e que por eles passam diariamente muitas centenas de compradores. A cobrança de taxas nos mercados devia implicar uma contrapartida a ser assegurada por quem as cobra. Quem cobra taxa nos mercados devia assegurar em contrapartida melhores condições nos mercados. Já agora, era bom que, em nome da transparência, se soubesse quanto dinheiro se arrecada anualmente nos mercados de Luanda. A cobrança de taxas em mercados situados em municípios é uma prática antiga, e os contribuintes que as pagam têm o direito de saber o que é feito do dinheiro que dão a pessoas que as cobram em nome das administrações municipais.
Madalena Vasco|Cassequel

Perdão de juros
Soube que o Banco de Poupança e Crédito (BPC) vai perdoar os juros das dívidas dos devedores, tendo decidido negociar com estes, tendo em conta as dificuldades que muitos deles têm de os pagar. Penso que, perante uma carteira de crédito mal parado que atinge elevados montantes, o BPC pretende ao menos recuperar o capital. Costuma-se dizer que “mais vale um pássaro na mão do que dois a voar.” A decisão do BPC pode levar os devedores a pagar mais rapidamente o que devem já sem juros. Que os erros cometidos no passado não se repitam ao nível da concessão de créditos, muitos deles concedidos sem garantias. O BPC é um banco público e é preciso gerir bem o dinheiro dos contribuintes.
Jesus Panzo|Bairro Operário

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