Opinião

Treino de futebol

Sou leitor assíduo do Jornal de Angola e hoje escrevo para abordar o papel honroso que os jogadores que deixaram de evoluir, por fim da carreira, e que optaram por ser auxiliares de treinadores ou formadores.

Não vou citar nomes porque, na verdade, são inúmeros exemplos que transformam os casos e experiências pessoais de jogadores de futebol em valor agregado do nosso futebol. À medida que aumentam os casos, seria bom que a Federação Angolana de Futebol (FAF) olhasse para esta realidade proporcionando soluções para melhorar o quadro. Ao lado do trabalho que muitos prestam nas equipas onde acabam as suas carreiras, não há dúvidas de que podem também emprestar parte modesta da sua experência ao serviço da selecção nacional de honras. Embora o trabalho de treinamento em futebol obrigue à formação propriamente dita, é normal que figuras que tenham tido toda uma trajectória como praticantes de futebol ao mais alto nível saibam fazer o retorno. E que haja mais formação, a vários níveis, no sentido de que são as pessoas em princípio melhor colocadas para seguirem em frente com a carreira de treinador. Sei que o país não dá cursos de treinamento desportivo, pelo menos a níveis que interessam para aprofundar a qualidade do nosso futebol. Para terminar, gostaria de endereçar palavras de felicitações às academias de futebol e a todos aqueles que dedicam as suas vidas à formação de futuros jogadores de futebol. Angola precisa não apenas de praticantes de futebol, mas igualmente de treinadores de vários níveis para que o processo de formação do nosso futebol cresça em quantidade e qualidade.
Manuel Fortes |Cazenga


Prevenção das chuvas

Muito já se disse sobre as chuvas, obra da natureza contra as quais nada se pode fazer. Acredito que não vai ser a primeira, seguramente nem a última na medida em que as chuvas vão continuar a cair e as condições em muitas circunscrições poderão continuar a dar margem para que as quedas pluviométricas “façam das suas”. Hoje, escrevo para falar um pouco sobre a necessidade de esforços que as famílias e pessoas individualmente devem fazer para minimizar os efeitos das chuvas. Apenas podemos minimizar o potencial de estragos que as chuvas podem causar, em vez de estarmos permanentemen-te a “rogar pragas” contra as águas abençoadas de São Pedro. Precisamos sempre de nos anteciparmos às chuvas, em vez de dar a ideia de que se não está preparado para as chuvas e os seus efeitos. Nas comunidades, no interior do país, é preciso que as administrações municipais e comunais tenham capacidade para instruir as famílias no sentido da observância de regras mínimas de segurança na hora da escolha do lugar para a construção. Termino com um apelo simples, precisamente liga-
do ao mês de Abril, atendendo que se trata de um mês em que as chuvas são caracterizadas por vento, uma realidade que devia levar à tomada de medidas preventivas. É bom que as pessoas que estejam a ler estas modestas linhas certifiquem-se de que as chapas no tecto ou eventualmente no quintal, se for caso disso, ewstão devidamente fixas.
Demóstene Belo | Prenda

Tempo

você e o jornal de angola

PARTICIPE

Escreva ao Jornal de Angola.

enviar carta

Multimédia