Opinião

Vias secundárias e terciárias

Estou ansiosa por ver obras nos musseques de Luanda, para a reabilitação de vias públicas secundárias e terciárias. Tenho esperança que muita coisa mude nos musseques de Luanda, que andam muito degradados. mais vale tarde do que nunca. É verdade que há muito que se devia trabalhar para que se acabassem com os musseques.

Afinal estamos independente há quase meio século, e todos nós angolanos esperávamos que a independência trouxesse mais dignidade aos angolanos. A luta de libertação foi feita para resolver os problemas do povo e não para enriquecer um grupo minoritário de angolanos, que acabaram por colocar o dinheiro no exterior do país, um dinheiro que pertence a todos nós, angolanos. Gostava de saber se há algum plano para se acabar definitivamente com os musseques e para se construir casas dignas para os angolanos que vivem na miséria.Os governantes devem passar a preocupar-se com o sofrimento dos angolanos.Só deve, quanto a mim, ser governante aquele que realmente está interessado em resolver os problemas dos seus compatriotas.Penso que não vale a pena insistir em pessoas que no passado deram provas de serem maus gestores.Há muitos angolanos com elevadas competências.podem aparecer pouco nas rádios ou nas televisões, mas eles estão aí.Importa que se dê oportunidade para que a quadros que não estão comprometidos com gestão danosa de fundos públicos possam estar á frente de instituições do Estado. Há quem pense que são pessoas superdotadas e que sem elas o país não funciona. São essas mesmas pessoas, que se achavam "especiais", que se tornaram especialistas na intriga ,na mentira, na calúnia, para afastar quadros de grande valia da direcção de instituições do Estado.Que aqueles que andaram ao longo de muitos anos, a roubar o dinheiro do Estado não tenham mais a possibilidade de ter acesso a fundos  públicos e de assumir cargos em instituições do Estado.Não se deve premiar com novos cargos públicos pessoas que já deram, com os seus actos lesivos de interesses nacionais, provas de que não amam o povo.
Margarida António |Marçal


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