Citações

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A sociedade evoluiu substancialmente, os bens jurídicos que o Código Penal (de 1886) procurava  proteger naquela época nem sempre são coincidentes com os bens jurídicos  dos nossos dias, de sociedade moderna, de informática, da globalização, das tecnologias.

Mota Liz | Membro da Comissão de Reforma da Justiça e do Direito

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  • “Todos nós sabemos  que a inversão dos nossos  valores e a decadência moral  têm como uma das fontes  esta  nova realidade (as redes sociais), à qual  reconhecemos  inúmeras vantagens, mas lamentamos esta influência  negativa.”
    Fernando da Piedade Dias dos Santos -Presidente da Assembleia Nacional   


    Ao invés de gradualismo geográfico, poderiam ser criadas  autarquias supra-municipais  e, à  medida  que forem  criadas condições,
    as mesmas libertar-se-iam  de forma gradual, constituindo-se em autarquias  municipais
    .”
    D.  Manuel Imbamba-Arcebispo de Saurimo e  porta-voz  da  Conferência Episcopal  de Angola e  S.Tomé (CEAST), que entende que devem prevalecer as razões de justiça  mais do que as razões  de estratégia política    


    O maior trabalho que temos de fazer é de educação ética  dos nossos governantes, para poderem encarar
    a gestão com outros olhos.

    Idem


    “Hoje, nas conversações  que tivemos,  decidimos  corrigir todos os aspectos negativos entre a América e a Rússia 
    e regressar à  cooperação positiva.

    Vladimir Putin-Presidente da Rússia, depois do encontro com  o Presidente  norte-americano, Donald Trump, em Helsínquia


    “A Rússia nunca interferiu
    nas eleições americanas
    e nunca teve
    essa intenção; se existem provas, vamos ver
    e  analisar essas provas.”
    Donald Trump
    Presidente dos Estados Unidos

  • Com sentido de exclusividade o termo "ordens superiores", te(ve)m presença fortemente marcada na sociologia angolana, sobretudo depois do país alcançar a independência.

    Carlos Calongo

  • Nasceu no pequeno vilarejo de Mvezo, Transkei, no dia 18 de Julho de 1918. Os pais lhe chamaram Rolihlahla Dalibhunga Mandela.

    Luísa Rogério

  • O gradualismo nas autarquias
    Tenho acompanhado com muito interesse os debates que se fazem sobre o famoso gradualismo nas autarquias.  É positivo que haja este debate para as pessoas captarem os argumentos em relação ao gradualismo geográfico e funcional. Espero que os deputados estejam atentos a este debate para se aperceberem do que realmente os cidadão querem  , com vista a se elaborarem leis que vão ao encontro das suas aspirações. É importante respeitar os anseios das populações .
    Sou também da opinião de que as autarquias são um assunto de muita importância que deve suscitar discussões , pois é na diversidade de ideias que podemos encontrar as melhores vias para dar um bom rumo ao nosso processo de descentralização administrativa. Que todos os actores políticos , em particular os que têm assento no Parlamento,  estejam abertos ao debate , na perspectiva de o pacote legislativo autárquico vir a servir o interesse nacional.  As autarquias vão contribuir, não só para o aprofundamento da democracia, mas, também,  para promover o desenvolvimento das comunidades.  Temos de ter em Angola um verdadeiro poder local autónomo, para que haja mais qualidade de vida.  As autarquias permitem que se resolvam com celeridade os problemas das populações e a sua autonomia,  sem exagerados limites , é decisiva para que Angola caminhe para o progresso.  A descentralização administrativa implica poder real para se resolverem os problemas autonomamente.  Os autarcas , como têm de conhecer bem os problemas das populações das circunscrições em que vivem,  estarão em condições de mais facilmente encontrarem as soluções adequadas os resolver.

    Margarida Lucas -Ingombota


    Peixe caro
    O peixe está a ser vendido, quanto a mim, a preços elevados. Não sei quais são razões do elevado preço do peixe, um produto muito consumido pelos cidadãos . Gostava que o preço do peixe baixasse para permitir que pessoas pobres possam consumi-lo, porque até é rico em proteínas . Quando era criança os meus professores da escola primária e os meus pais aconselham-me a comer muito peixe. Eles diziam que fazia bem à saúde.
    Há famílias constituídas por mais de dez pessoas, as quais preferem consumir o frango ao peixe, porque as caixas de frango podem durar mais tempo. Outro produto que as pessoas deviam adquirir a baixo preço é o feijão. Os angolanos consomem muito o feijão . Durante o conflito armado consumiu-se muito arroz com feijão e peixe frito. Como estamos em crise, devia-se pensar na possibilidade de as pessoas com baixos rendimentos terem acesso ao feijão .

    Xavier António -Camama

     
    Solidariedade
    Gostava que os nossos compatriotas ricos fizessem doações a instituições de caridade. Que eu saiba muitas igrejas têm instituições de caridade, para as quais os angolanos com muito dinheiro podiam canalizar recursos financeiros para resolver problemas de muitas pessoas carentes. Os que têm muito dinheiro devem ser solidários com os que quase nada têm. os nossos ricos podem doar alguma coisa aos pobres, que são seus compatriotas.  Tenho assistido a espectáculos que são patrocinados por pessoas ricas, mas acho que os nossos compatriotas milionários deviam financiar programas de natureza social.
    Américo Afonso -Marçal

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