Citações

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O Dr Rui Ferreira exerceu de forma exemplar o seu mandato de juiz-presidente, o Tribunal Constitucional terá sempre para com ele um dever de gratidão pela forma como orientou durante nove anos os trabalhos em plenário e na sua relação com cada um dos seus pares.

Onofre dos Santos Ex-magistrado do Tribunal Constitucional

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  • Quando, a 30 de Outubro próximo, o Mundo do Boxe recordar que Kinshasa, República Democrática do Congo (RDC), acolheu, em 1974, o combate entre Muhammmad Ali e George Foreman, à memória voltará - não este -, mas aquele que foi o grande combate de Casius Clay (Muhammmad Ali, de baptismo muçulmano).

    Santos Vilola

  • Terminou a consulta pública sobre as autarquias que o Executivo, através do respectivo departamento ministerial (MAT – Ministério da Administração do Território), levou a cabo em todo o território nacional. Só não participou quem não quis ou não pôde por força de circunstâncias ponderadamente objectivas, tendo perdido por conseguinte a oportunidade de debitar o seu ponto de vista, como entende o que devem ser as autarquias no nosso país, realidade bastante comum em várias partes do mundo, mas que para Angola, não deixa de constituir “novidade” a moderna forma de gestão administrativa, mais próxima dos cidadãos nas respectivas circunscrições/localidades.

    Carlos Gomes

  • “A qualidade dos juristas formados pelas instituições de ensino de Direito no país, sobretudo da nossa província, está ainda aquém da desejada para o exercício da advocacia”
    Domingos J. Sassi | Presidente do conselho da Ordem dos Advogados Angolanos (OAA) do Huambo  


    “Os deputados gozam de imunidade e, para serem investigados e julgados, tem de haver o levantamento das imunidades, não temos uma comunicação que nos encaminhe para este sentido”
    Salomão Xirimbimbi | Deputado à Assembleia Nacional  pelo MPLA


    “Rogo aos diferentes agentes do Estado no sentido de operacionalizarem as facilidades criadas pelo acordo e, ao mesmo tempo, impedir actos delituosos nas nossas fronteiras, tais como o branqueamento de capitais, tráfico de seres humanos e de drogas, bem como a destruição da fauna e da flora”
    José Bamóquina Zau | Secretário de Estado do Interior


    “Temos que reconhecer que, devido às obrigações que temos, inerentes às dívidas do passado, temos que trabalhar bastante para aumentar as nossas receitas para  corresponderem ao nível das despesas existentes”
    Celso Rosas | PCA da Unicargas

  • Gravidez precoce
    Li há dias nas páginas deste jornal  uma informação  segundo a qual cerca de cinquenta por cento das mulheres angolanas engravidam antes dos 18 anos de idade. Na verdade, tratou-se de um dado que, mais do que qualquer outro relevante, evidencia o lado fértil das nossas compatriotas. Para lá dessa evidência, está igualmente uma variedade de leituras que se pode fazer das informações  constantes daqueles números.
    Penso que as famílias angolanas e os casais jovens, no início da relação, devem ponderar seriamente a possibilidade de adesão ao planeamento familiar. Hoje, já não colhe a ideia de que somos poucos em toda Angola e, por isso, podemos promover a fecundidade descontrolada. É errado encarar-se o planeamento familiar apenas sob a óptica da limitação do número de filhos, objectivo que provavelmente nem sequer é o prioritário quando se trata daquela importante ferramenta médica e demográfica. Para terminar, gostaria de endereçar palavras de felicitação às instituições  responsáveis pela produção da informação estatística sobre a gravidez precoce em Angola.  
    Fernando Silva | Lobito


    Lixo nas ruas 

    Vivo no denominado bairro do Gamek  à Direita e escrevo pela primeira vez para o Jornal de Angola para abordar a maka do lixo. Tende, a cada dia que passa, a diminuir a quantidade de lixo nas ruas de Luanda, uma realidade que merece ser enaltecida, devido em grande medida ao esforço das nossas operadoras. Estas, trabalhando nas condições em que laboram, tudo fazem para que as ruas estejam livres de amontoados de lixo. Não tem sido fácil, é verdade, mas não há dúvidas de que há um esforço das operadoras de limpeza da cidade de Luanda.
    Quando saio à rua, sobretudo a nível do casco urbano, deparo-me quase sempre com funcionários das empresas de limpeza a fazerem da vassoura uma espécie de “arma de combate”. Senhoras e senhores dedicam-se arduamente a limpar a cidade e acho que temos todos de cooperar para que o nosso espaço de convivência comum esteja minimamente asseado. As comunidades podem também desempenhar um papel que facilite o trabalho das operadoras, sobretudo se as famílias e pessoas singulares forem instadas a manipular os resíduos sólidos da melhor maneira. Evitar mandar crianças depositar lixo nos contentores, não deitar lixo no chão e preferencialmente ensacar devidamente os resíduos constituem passos importantes. É bom que as operadores consigam ter o trabalho facilitado a partir da manipulação do lixo junto das casas até aos contentores de lixo.
    António Lima | Gamek Direita


    Longe da pátria

    Já muito escreveu-se sobre a vida longe da pátria e aposto que esta minha carta não é a primeira, nem vai ser a última. Escrevo pela primeira vez para o Jornal de Angola e gostaria começar por endereçar os meus cumprimentos a toda equipa redactorial desta importante casa de imprensa. Fui refugiada há muito tempo e passei pelos países vizinhos de Angola. Escrevo estas linhas para falar sobre a condição de refugiado, sobretudo para abordar um bocado a vida dos nossos refugiados africanos. E os esforços que os países fazem para receber, tratar e, se necessário, criar as condições para o regresso dos refugiados. Muitos falam sobre os refugiados, mas desconhecem completamente o que é viver nesta condição. Na verdade, essa vida de refugiado é uma espécie de versão moderna do que designamos hoje em Angola de “kixikila” .
    Paula Martins | Windhoek


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