Citações

Citações

Temos consciência de que a reduzida liquidez financeira que caracteriza o país, que se reflecte igualmente nos municípios, constitui um grande desafio para os administradores municipais na gestão dos parcos recursos a serem disponibilizados.

Victória da Conceição Ministra da Acção Social, Família e Promoção da Mulher

Mais Citações

  • “Viemos expressar o nosso  compromisso com o trabalho que fazemos em termos de investimentos. Foi uma grande oportunidade para actualizar o Presidente da República sobre o bom trabalho que fazemos com a Sonangol.”

    Bob Dudley | Presidente Executivo da  British Petroleum (BP), no final de um encontro com o Presidente João Lourenço

    “O Código Penal  tem uma matriz fundamentalmente humanitária. As restrições às liberdades justificam-se  como garantias das próprias liberdades ou de criar  uma convivência social saudável.”
    Mota Liz | Vice-procurador-geral  da República

    “A África não deve ser desfavorecida  no desenho de políticas digitais. A tecnologia digital  pode contribuir  para o progresso e o desenvolvimento  de uma área de comércio regional  que seja sustentável.”
    Uhuru Kenyatta | Presidente do Quénia

    “O direito de expressar uma opinião política é sacrossanto na Europa, mas exercer este direito  nunca deve  acontecer a expensas da segurança, da propriedade e da dignidade de outros. Violência e vandalismo não têm lugar na nossa sociedade.”

    Margaritis Schinas | Porta-voz da Comissão Europeia, em reacção ao ataque à sede do executivo comunitário de manifestantes  anti-imigração, ocorrido domingo último em Bruxelas

  • O tempo fez a sua parte. Correu célere. Registamos acontecimentos inolvidáveis. Há quem diga que vivemos um ano histórico em Angola. O resumo é aliciante. Os telejornais rivalizam com telenovelas e com o rei futebol. Mesmo sem o suporte de sondagens tecnicamente sustentadas os indicadores informais sugerem que a política doméstica lidera as audiências. Mas as questões sociais não ficam muito atrás. Angola fala e as makas nossas de cada dia se repercutem antes do amanhecer seguinte. Na “new media”, nas conversas ao pé da orelha que perfazem, na verdade, a rede social mais antiga do mundo, os assuntos do ano esquentaram o ambiente.

    Luísa Rogério

  • Apesar dos sinais do tempo, muitos não fizeram o mínimo esforço para interpretar e entender o que o novo cenário sócio-político impunha, e insistiram nas práticas que, em rigor, representavam verdadeiros golpes ao conjunto de valores ético-morais, que alguém adjectiva como tendo mais valor que certas leis elaboradas para regular as instituições e o seu funcionamento.

    Carlos Calongo

  • Máquinas eleitorais
    O incêndio em Kinshasa, capital da República Democrática do Congo (RDC), das máquinas eleitorais que iam ser usadas nas eleições do dia 23 de Dezembro, constitui um duro golpe ao processo. Milhares de máquinas acabaram carbonizadas e parece que a oposição bateu palmas, porque é das entidades que mais se bate na RDC para que o processo eleitoral decorra sem as referidas máquinas. Em todo o caso, o Governo da RDC não fez caso, e julgo que com maior ou menor dificuldade as eleições vão mesmo acabar por sair na data prevista. Em todo o caso, julgo que o caso do incêndio e as advertências que algumas missões diplomáticas fazem aos seus nacionais, para se retirarem da RDC o quanto antes, deviam obrigar os países  como o nosso, a tomar as medidas necessárias. Devemos acompanhar, com todo o interesse, o que se vai passar na RDC, a começar com o processo eleitoral que vai ter lugar daqui a dias. A instabilidade política devido às eleições, parece que vai ser uma realidade, a julgar pela forma como as diferentes forças políticas reagem ao momento político do país. Uns, ameaçam boicote às eleições, outras forças defendem a participação, outras ainda, parecem  estar a afinar o plano B. A Igreja Católica continua a desempenhar um papel interessante, a apelar à calma e ao respeito às leis da RDC. Um país de 80 milhões de habitantes não deve ser levado ao caos político eleitoral, por causa de uns poucos interessados no tudo ou nada.  
    Filipe Manzambi | Soyo

    Estimulantes sexuais
    Escrevo, pela primeira vez, para o Jornal de Angola, para falar sobre estimulantes sexuais, aparentemente, uma conversa tabu, mas a demanda nas farmácias aumenta, a cada dia que passa. E, segundo um levantamento feito, por um grupo de estudantes, numerosas farmácias de Luanda têm uma procura crescente de estimulantes sexuais, curiosamente, desacompanhadas de receitas médicas. Como recomendam todos os especialistas, os estimulantes sexuais devem ser usados, somente, sob orientação ou prescrição médica, facto  que muitos não fazem, acabam por exagerar na dose. E, como se não bastasse, a procura exagerada por estimulantes sexuais nas farmácias, segundo o referido estudo que foi publicado nas redes sociais no início deste ano, o mais preocupante é dominada por jovens. Os jovens, na sua maioria entre os 25 a 45 anos, são os que mais procuram os estimulantes sexuais, grande parte sem necessidade dos mesmos. Fazem-no, apenas, por necessidade de alegadamente "aumentar a pressão", facto que muitas vezes acaba por ser fatal. Vale a pena ir ao médico para evitar situações adversas evitáveis.
    Ana de Carvalho | Menongue

    Corrupção na SADC
    Há dias tomei conhecimento de informações sobre os níveis de corrupção na SADC e não gostei de ver o "ranking" de Angola naquela lista. Não estamos bem, apesar dos esforços para erradicar a corrupção, numa altura em que toda a sociedade se moraliza para enfrentar e vencer esse mal. Os efeitos já se fazem sentir, vai levar muito tempo até que venhamos a sentir de facto que o país está fora dos indicadores, que hoje o apontam como dos mais corruptos da região. A corrupção é um cancro que quando afecta  espalha-se e se tornamuito difícil de combater, leva anos e anos. Contudo, é importante que os passos sejam dados agora, com medidas corajosas, detenções e prisões se necessário. Alfredo Quintas
    Cambundi Catembo   

Tempo

você e o jornal de angola

PARTICIPE

Escreva ao Jornal de Angola.

enviar carta

Multimédia