Citações

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Para  a UNITA , dizer que as autarquias  vão ser realizadas  antes de 2022 não significa  nada. Vir dizer  que as eleições  vão ser realizadas  antes de 2022 é negativo. Está a dizer, com isso, que não tem certeza das eleições autárquicas.

Adalberto Costa Júnior Presidente do Grupo Parlamentar da UNITA

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  • “Mesmo tendo conhecimento de alguns factos  que nos pareciam anormais, privilegiámos  o diálogo com os chefes de missões  diplomáticas e com instituições do Estado, para que houvesse um olhar mais amplo sobre muitas coisas que aconteceram  nas embaixadas e consulados. Infelizmente, em alguns casos, a postura de diálogo foi mal interpretada, pois algumas práticas continuaram,  e naturalmente tínhamos que pôr fim.”
    Manuel Augusto | Ministro das Relações Exteriores

    “Temos que estar alinhados com o futuro, particularmente com um país que conhece mudanças a nível global, mudanças políticas e de mentalidades, pois queremos estar na linha da frente deste movimento que levará  Angola para o lugar que merece.”
    Idem

    “Infelizmente, não existe na Lunda-Norte, como em quase todas as províncias, centros apropriados para a observação e internamento  de menores em conflito com a lei.”
    Rui Ferreira | Juiz-presidente do Tribunal Supremo

  • Nos anos oitenta do século passad, em Londres, quando, num jantar, fui apresentado à antiga primeira- ministra britânica Margaret Thatcher, ao saber que eu era angolano, ela começou logo a falar de Moçambique e de Samora Machel. A Guerra Fria tinha acabado; a divisão do mundo entre os comunistas e variações do mercado livre eram coisas do passado.

    Sousa Jamba

  • As relações entre Angola e Portugal entram agora numa nova fase de relançamento depois da visita de dois dias que o Primeiro-Ministro português, António Costa, efectuou ao nosso país.

    Filomeno Manaças*

  • Reabilitação de estradas
    Temos ainda infelizmente muitas estradas degradadas no país. Depois da conquista da paz, realizaram-se   grandes investimentos para se reabilitarem  e  se construírem estradas . É pena que  depois de se  ter gasto muito dinheiro, que até pedimos emprestado a outros países , nomeadamente à China, muitas  estradas do país  voltaram a estar intransitáveis. Espero que  quando se decidir reconstruir de novo as nossas vias rodoviárias, haja uma fiscalização  rigorosa  das obras e que esta seja feita por empresas de elevada competência técnica e de  reconhecida  idoneidade. Tenho  esperança de que  as obras no futuro serão executadas, com a observância  dos procedimentos  correctos. As infra-estruturas  devem  ser duradouras, para poderem  servir também as gerações vindouras.  Há  por exemplo obras no mundo que  existem há mais  de duzentos anos. Que os nossos governantes acompanhem  o que é executado com o dinheiro do Estado,  a fim de se assegurar  obras de elevada qualidade. O país  já perdeu muito dinheiro e  muitas obras. Importa  agora, não chorar sobre o leite  derramado, mas  aprender com os graves  erros cometidos no passado e partir  para  práticas correctas.
    Lucinda  Afonsoo | Ilha de Luanda 


    Iluminação das vias públicas

    É sabido que  a falta de iluminação de muitas vias rodoviárias  é a  causa de muitos acidentes  e   de  actos  criminosos.  É importante que os nossos bairros  estejam bem iluminados, até para facilitar  o trabalho da nossa Polícia Nacional. Não sou polícia, mas  acho que deve  ser complicado  fazer patrulhamento em zonas completamente  às escuras. De qualquer  forma, os cidadãos que morem em  áreas  sem nenhuma iluminação,  não devem ser deixados à sua sorte. A Polícia deve proteger as populações, mesmo nas actuais  circunstâncias. 
    O bandido, quando se apercebe  que  não  há a presença  da Polícia,  é tentado a cometer constantemente crimes, porque sabe  que os cidadãos estão indefesos. Esta situação pode  levar   os cidadãos, perante  a ausência  da Polícia, a fazer justiça privada, o que pode perturbar a paz social. Que os organismos competentes do Estado  trabalhem rapidamente para que  os bairros sejam iluminados, de modo a que a protecção das comunidades seja cada vez mais eficiente.
    Guilherme António | Samba

    Merenda para  pobres

    Gostava  que o Governo pensasse na possibilidade de se criar uma rede de distribuição de merenda  para  pessoas carenciadas . Há muita gente que tem dificuldade de fazer uma única refeição por dia.  Gostava de sugerir  que o próximo  Orçamento Geral do Estado contemplasse  acções sociais que se traduzissem na distribuição  de  refeições  a pessoas, particularmente crianças, que  quase nada têm para comer. 
    A distribuição de merenda nas escolas  primárias públicas  seria  uma forma de se mitigar os problemas que há no país, em termos de nutrição  entre as camadas mais vulneráveis  da população. Penso que os programas sociais  para ajudar  os mais desfavorecidos devem ser uma prioridade  das nossas  autoridades.
    Apolinário Pinto | Camama

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