Citações

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A exportação em bruto deverá ser muito limitada, criando-se condições que permitam gerar investimentos em unidades fabris de transformação para a criação de mais riqueza e mais postos de trabalho

Bernarda Martins Ministra da Indústria

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  • “O Presidente deve clarificar a questão do gradualismo. Não podemos contornar o problema do gradualismo, é uma questão legal, mas deve dizer
    se o gradualismo será geográfico ou funcional, como pretende a oposição”
    André Mendesde Carvalho |  Presidente do grupo parlamentar da Convergência Ampla de Salvação de Angola -Coligação Eleitoral (CASA-CE)

    “Uma dúvida que preocupa os cidadãos tem a ver com a dívida pública (externa e interna) cujo real valor desconhecemos. No que respeita à dívida interna, é urgente que o Estado pague aquilo que deve às empresas, de modo a que deixem de falir e de despedir trabalhadores por falta de meios,como vem sucedendo”
    Paulo de Carvalho |Sociólogo e professor universitário


    “Algumas propostas podem ser aprovadas e não vir a ser implementadas por diversas razões, como o não financiamento da última hora, conflitos de interesse que terminam na separação dos sócios, falta de terra para implantação e outros problemas que podem surgir à última hora”
    Lello Francisco | Administrador para a área de Avaliação de Propostas de Investimento, Estudos e Acompanhamento de Projectos da Aipex

  • Nos dias que correm, o shopping Chamavo, ali entre a escola Njinga Mbandi e o IMIL (ex-Makarenko), já não é um mero centro comercial multifacetado. O Chamavo evoluiu para a indústria do entretenimento de massas, numa escala sem precedentes. Essa evolução, esse empreendedorismo seria de louvar, caso não redundasse num atentado contra a integridade física e psíquica das famílias que vivem nas redondezas.

    José Luís Mendonça

  • Nos últimos tempos, tornei-me num telespectador afeiçoado por algumas séries, sobretudo aquelas que retratam a vida hospitalar. A sétima arte e a realidade ou a sétima arte e a ficção científica têm andado de mão juntas e revelado os grandes avanços da medicina. É assim, por exemplo, em séries como Anatomia de Grey, cuja realidade faz-me muitas vezes meditar sobre o que se passa connosco.

    Adebayo Vunge

  • Praias seguras
    Escrevo para apelar a existência de praias seguras em toda a costa de Angola e de Luanda em particular. Penso que, se depender de todos, é possível tornarmos as nossas praias mais seguras. Com campanhas de sensibilização, educação e melhores práticas por parte dos banhistas, sobretudo na observância de regras seguras para se fazer ao mar, não há dúvidas de que podemos reduzir a zero a probabilidade de ocorrência de mortes por afogamento.
     Nunca é demais dizer que devemos afixar cartazes que esclareçam o estado das praias, a profundidade e sobretudo a sinalização dos locais proibidos para fazer praia. Há dias, foram amplamente noticiadas várias mortes por afogamento nas praias de Luanda, uma situação que pode ser sempre evitada. É bom que os nossos compatriotas, quando se estão a dirigir para a o mar, nunca o façam sem uma informação completa do estado das praias. O mar, como dizia o poeta, pode, em muitas circunstâncias, transformar-se em morte.
    Na verdade, a palavra mar significa literalmente “kalunga”, uma realidade que devia ser também entendida no sentido do perigo que as águas salgadas representam para as pessoas.
    Adérito Ngonga | Malanje


    Taxa da fortuna 

    Sou funcionário público e escrevo com todo o gosto para o Jornal de Angola. E começo por felicitar este diário que se transformou numa importante referência em termos de comunicação e jornalismo. O que me leva a escrever para este diário público é o que, em princípio, constitui tema de conversa entre especialistas e leigos.
    A ausência de um imposto sobre as grandes fortunas ou património no regime fiscal nacional tem estado no centro das discussões de economistas e especialistas em matéria de finanças públicas. Escrevo por isso, para defender a necessidade de ponderar-se a referida taxa sobre as fortunas, como de resto ocorre nos países mais desenvolvidos. Numa altura em que o Estado precisa de arrecadar dinheiro, faz todo o sentido que as instituições fiscais deste país tenham na mira as grandes fortunas.
    Contrariamente ao que muitos defendem, não se trataria de tentativa de retirar aos que têm para dar a quem nada tem, mas apenas de corrigir o que está mal, partindo do princípio de que quem mais tem, em recursos, mais paga em impostos. Era bom que não se perdesse mais tempo com debates no Parlamento sobre essa possibilidade e se implementasse já, para se pôr fim  a uma realidade que faz  o Estado perder muito dinheiro. Para terminar, apenas apelar mais uma vez para que, em todo esse processo, se vier a efectivar, haja justiça, ordem e tranquilidade. 
    Joana Martins  | Lobito


    Morte do jornalista

    Sou estudante de Comunicação Social e escrevo pela primeira vez para o Jornal de Angola para abordar uma situação que faz manchete em todo o mundo: a morte até agora ainda não explicada do jornalista saudita. Segundo a imprensa internacional, Jamal Khashoggi, jornalista do Washington Post, foi assassinado no interior do Consulado Saudita em Istambul, capital da Turquia, onde o mesmo se tinha dirigido para tratar de assuntos pessoais.
    Há uma grande reacção de repúdio em todo o mundo, o que é bom, mas não basta porque se trata de um precedente perigoso. Não se pode permitir que esse crime passe impunemente, numa altura em que há países que ameaçam o reino wahabista com sanções. E o que é facto é que a Arábia Saudita não consegue de forma convincente explicar realmente o que se passou, atendendo que já houve um desmentido sobre a eventual saída do jornalista. Ao contrário do que os sauditas dizem, o jornalista apenas entrou e não mais saiu.
    Arménio Silva | Prenda

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