Citações

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A exportação em bruto deverá ser muito limitada, criando-se condições que permitam gerar investimentos em unidades fabris de transformação para a criação de mais riqueza e mais postos de trabalho

Bernarda Martins Ministra da Indústria

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  • “Os produtores têm de apoiar o Executivo, através do Ministério da Agricultura, sobre as acções direccionada na produção, com propostas valiosas a saírem das províncias”
    José Severino | Presidente da Associação Industrial de Angola (AIA)


    “A RDC faz fronteira com oito países africanos e a sua estabilidade cria segurança, não só na África Central, mas na região dos Grandes Lagos”
    Paulo Lukamba | Deputado do grupo parlamentar da UNITA  


    “Muitas casas ficam inundadas e a zona torna-se quase que intransitável. Os moradores têm de se ‘virar nos trinta’ para evitarem o pior”
    Feidi Catumbila | Morador da rua da Casa Lurdes, bairro Sagrada Esperança, no distrito urbano da Maianga


    “Não sei se vai haver problemas com a Frelimo, porque todos concorremos pelo desenvolvimento do país. Samora Machel junta-se a um grupo da sociedade civil”
    Samora Machel | Filho do Presidente Samora Machel a propósito da sua candidatura fora da Frelimo


    “Depois de vários anos de reivindicações mais de 80 mil trabalhadores vão beneficiar da nova tabela salarial.”
    Eduardo Pedro | Secretário-geral do Sindicato dos Professoresdo Ensino Superior

  • Tudo aconteceu num cenário cuidado, com dois sofás Le Corbusier sobre um tapete vermelho.  No meio havia um cubo branco com velas aromáticas e, no fundo, outro mais alto com uma planta, num vaso engalanado com um tecido estampado floreado. Por trás, um palco escuro e os espectadores sentados na plateia só viam bem tudo aquilo, por causa dos focos da cuidada luz zenital que as iluminava.

    Adriano Mixinge | *

  • O predominante tom verde da camisola recheada de elementos chamativos não permite enganos. A bela estampa bateu este ano recordes de venda. A Nigéria está a jogar. Não pode ser a reposição de nenhuma partida do recente Mundial de Futebol. A China não esteve em França. Estes jogadores parecem um pouco magros. Nada a ver com os defesas matulões ou com as famosas pernas ao bom estilo do Daniel Amokachi. Seria talvez uma versão em tamanho menor do elegante Nwankwo Kanu. Mas o drible que deu lugar ao golo faz lembrar o maestro Jay-Jay Okocha. Devem ser jogadores de um escalão jovem. Perto do ecrã dá para ver que não se tratam deles. São elas. São futebolistas da selecção nacional Sub-20 feminina da Nigéria que se apuraram segunda-feira para os quartos de final do Mundial da categoria que decorre em França.

    Luísa Rogério

  • Longe da pátria
    Já muito escreveu-se sobre a vida longe da pátria e aposto que esta minha carta não é a primeira, nem vai ser a última. Escrevo pela primeira vez para o Jornal de Angola e gostaria começar por endereçar os meus cumprimentos a toda equipa redactorial desta importante casa de imprensa. Fui refugiada há muito tempo e passei pelos países vizinhos de Angola. Escrevo estas linhas para falar sobre a condição de refugiado, sobretudo para abordar um bocado a vida dos nossos refugiados africanos. E os esforços que os países fazem para receber, tratar e, se necessário, criar as condições para o regresso dos refugiados. Muitos falam sobre os refugiados, mas desconhecem completamente o que é viver nesta condição. Na verdade, essa vida de refugiado é uma espécie de versão moderna do que designamos hoje em Angola de “kixikila” na medida em que hoje são alguns como refugiados, amanhã são outros. Não podemos nos esquecer que nos anos 40, 50 e 60 milhares de angolanos tinham encontrado refúgio na RDC, fugindo das atrocidades do colono português. Hoje, devemos demonstrar a mesma hospitalidade que sempre nos caracterizou como povo heróico e generoso.
    Paula Martins | Windhoek



    Moralização da sociedade
    Escrevo pela primeira vez para o Jornal de Angola para felicitar, primeiro, e em seguida abordar a maka sobre a moralização da sociedade. Oiço com muita satisfação abordagens sobre a corrupção que muito me animam e a alegria é ainda maior quando vejo toda esta nova realidade na boca do povo.
    Hoje a frequência com que se fala sobre o combate contra a corrupção e males conexos permitem encarar o fenómeno como algo que os angolanos estão completamente dispostos a erradicar. E independentemente de existir ainda um longo caminho para percorrer em matéria de actos concretos por parte do poder judicial na contenção da corrupção e males conexos, na verdade, ouvir a disposição para os combater é muito positivo. Reconhecer a existência de um mal é, como diz a experiência popular, um dos primeiros passos para que se possa corrigir ou erradicar. É bom quando a sociedade parece mobilizar toda em torno da necessidade de se combater a corrupção e arriscaria mesmo a dizer que todo esse ambiente se deve à chegada ao poder  do Presidente João Lourenço. Com a mudança de Presidente da República, o país conhece uma dinâmica diferente na lida com o fenómeno que em Angola já ganhou contornos de uma verdadeira praga nacional. Como alertou o Chefe de Estado, é preciso coragem e determinação para combater esse mal de que enferma a nossa sociedade. Devemos ser capazes de seguir em frente com esta importante agenda contra a corrupção porque, no fundo  quem vai sair a ganhar é o país. Para terminar, gostaria felicitar o Executivo do camarada João Lourenço que fez do combate contra a corrupção e todos os males que lhe são próximos uma prioridade na sua agenda.
    Manuel Pombal | Viana


    Maka das empresas
    Fiquei alarmado com a informação, divulgada pelos meios de comunicação social,  segundo a qual   a crise económica e financeira que afecta Angola desde finais de 2014 poderá levar à falência mais de 1.600 empresas, numa altura em que  576 fecharam já a suas portas. Trata-se de uma informação perturbadora porque significa que milhares de pessoas poderão ficar desempregadas. Essa maka é muito triste. 

    Santos Júnior | Malanje

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