Citações

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"É difícil ir à escola e regressar sem saber o que comer. Estava cansado de ver os meus irmãos sofrerem. Saio de casa às 6h00 para engraxar. Diariamente, levo para a casa 800 a 1.200 kwanzas".

Amélia António | 14 anos de idade também foi forçada a vender na rua

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  • “Vamos pôr termo principalmente à alta corrupção neste país, custe o que custar, pois não podemos ter uma Angola  melhor enquanto continuarmos a ter  os desequilíbrios que temos”

    Rui Falcão Primeiro secretário do MPLA  em Benguela

     

    “Não podemos trair a memória  daqueles  que deram a sua vida  pela nossa independência, na convicção de que seríamos  um povo livre e  feliz, um povo digno da Pátria que tem”

    Idem

     

    “Temos que pôr todos os recursos  de Angola ao serviço do nosso povo, melhorando as nossas escolas, hospitais e a qualidade de vida das nossas famílias”

    Idem

     

    “O partido (MPLA) é um movimento que foi criado com um propósito de luta e libertação do povo e teve várias facetas e actores. É bonito que cada um retrate a história do MPLA”

    Boavida Neto Secretário-geral do MPLA,  em declarações  proferidas na cerimónia de apresentação do livro de Hugo Azancot de Menezes, intitulado "Percursos da luta de libertação nacional - Viagem ao interior do MPLA, memórias pessoais

     

    “Penso que  não há razões  para o presidente (do Progresso Sambizanga) não querer negociar. Continuamos a aguardar pelo pagamento dos três salários acordados”

    Custódio de Azevedo  Coordenador da comissão dos trabalhadores do Progresso, que se encontram em greve


  • Músico Dom Caetano

    Sou adepto da chamada Música Popular Urbana de Angola e independentemente do novo rumo que ela está a tomar continuo a defender que a música está numa fase boa. Mas há músicos que defendam o contrário e um deles é uma voz cuja opinião se pode considerar como insuspeita ao falar de música. Ouvi declarações atribuídas por um “site” de notícias ao músico Dom Caetano segundo as quais “a música angolana feita hoje está assolada pelo imediatismo, por uma carga de sensacionalismo e de algum descontrolo emocional dos fazedores”. E o compositor reservou ainda tempo para aconselhar  todos quantos queiram enveredar pela carreira musical, dizendo que para fazer música não é necessário que se aposte na mesquinhez, no mundo da mediocridade e muito menos  da promiscuidade. 

    Concordo com as palavras do músico e compositor e penso que todo e qualquer cantor não precisa de adoptar o “vale tudo”  para se dar  bem na música. Em todo o caso, urge da parte das instituições investimento na formação artística para definição de padrões de qualidade, numa altura em que o lado quantitativo começa a dar lugar ao lado qualitativo. O tempo vai ajudar a preservar apenas os bons compositores e as boas composições, pelo que não faz sentido condenar por condenar quem faz música imediatista ou meramente comercial. A verdadeira arte é aquela que resiste no tempo, mantendo-se viva, procurada, apreciada e recomendável.     

    Juliana Fonseca  

    Cazenga 

     

     

    Robert Mugabe 

    Sou estudante de História de África e escrevo pela primeira vez para o Jornal de Angola.  Apanhou-me de surpresa e com alguma comoção a  informação segundo a qual o antigo Presidente do Zimbabwe, Robert Mugabe, está a receber assistência médica em Singapura, por já não conseguir andar sozinho devido à sua frágil saúde e avançada idade.
    Mugabe, independentemente de erros da sua trajectória, encarna a luta do povo zimbabweano, razão pela qual o actual Governo o considera como “Pai da Nação”. E de facto é positiva a forma como o Governo do Presidente Emerson Mnangagwa gere esta fase delicada da saúde do velho Bob, que se encontra com 94 anos de idade. Foi bom ouvir da boca do actual Presidente daquele país que, e referindo-se a Robert Mugabe, dizer  “estamos a cuidar dele. Ele é o pai fundador da nação do Zimbabwe”. Espero que o velho Bob recupere a sua saúde e que possa voltar de Singapura, onde se encontra em tratamento médico.
    A forma como o actual Governo trata Mugabe constitui um exemplo para África, onde regra geral os ex-Chefes de Estado que demoraram muito tempo no poder acabam sempre mal quando saem, voluntária ou involuntariamente.    

    Carlos Gonçalves

    Samba

     

     

     

    Valas de drenagem

    A vedação de algumas valas de drenagem devia ser uma preocupação das instituições do Estado, a nível local. Vivo no Zango II e até hoje não percebo porque é que grande parte da vala de drenagem desta localidade continua sem vedação. Há partes com vedação, seguramente por causa de quedas e mortes ocorridas, mas grande parte das valas de drenagem e valas de retenção de água continuam sem uma vedação que inviabilize, por exemplo, a entrada de crianças. É preocupante a  forma como minimizamos completamente a segurança, quando empresas ou pessoas singulares promovem a escavação de buracos que se mantêm abertos e sem vedação durante dias e semanas. 

    Aurélio de Carvalho 

    Zango II    


  • “Não quero discutir!” é o título da colectânea de cartoons publicados entre 2017/2018 por Sérgio Piçarra, editados pela Where Angola e que dão pé para que os mais atentos, por um lado, façam uma reflexão sobre o lugar do riso na literatura, na política e na cultura, em Angola. Por outro, tal como o autor, se perguntem porquê que o Mankiko também ainda não foi recebido no palácio. Na boca do povo apareceu o cronista antes do exonerador: ele é uma das luzes do cidadão. 

    Adriano Mixinge | *

  • O músico angolano Waldemar Bastos foi o cartaz do último espectáculo da 5ª temporada do Show do mês, depois do incidente que envolveu a Nova Energia e o músico Matias Damásio. Repôs-se assim o conceito.

    Adebayo Vunge

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