Citações

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“A cimeira de Luanda será uma ocasião para que alguns dos líderes da região possam, de facto, abordar, não só a situação, mas fundamentalmente procurar soluções para os problemas que se apresentam.”
Manuel Augusto - Ministro das  Relações Exteriores


A nossa posição é de implementarmos as autarquias em todos os municípios, por entendermos que trazem vantagens aos governados e permitem que todos os cidadãos exerçam o seu direito de cidadania.
 Isaías Samakuva - Líder da UNITA  

Prevemos que a dívida pública de Angola continue a subir em 2018, em grande parte como resultado da desvalorização do Kwanza (…) e da sua subsequente depreciação, mas também devido aos défices orçamentais.”
Comunicado da Agência de Notação de Risco Standard & Poors


Nada mudará o curso das relações entre Angola e Cuba, forjadas em momentos difíceis e marcadas por uma cooperação profícua.
Esther Cardenas - Embaixadora de Cuba

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  • “A malha rodoviária está totalmente degradada. Devemos prepará-la agora com esta oportunidade que temos de começar, também localmente, e resolvermos os nossos problemas.”
    Daniel Félix Neto | Governador da Lunda-Suls

    “A gestão das empresas públicas ou privadas assenta num equilíbrio.Temos a componente que é a accionista que toma decisões estratégicas e indica aos administradores aquilo que se espera deles.”
    Gilberto Luther | Administrador executivo do Instituto de Gestão de Activos e Participações do Estado (IGAPE)

    “Cabo Verde teve um surto epidémico muito grande no ano passado e o país, com o apoio da OMS, respondeu de forma vigorosa, de tal forma que conseguiu eliminar a malária.”
    Pedro Alonso | director do programa de combate à malária da Organização Mundial de Saúde (OMS)

    “As camas de há 15 anos continuam a ser as camas de hoje, os colchões de há 15 anos continuam a ser os colchões de hoje. A alimentação dos doentes é paupérrima.”
    Gabriel Tchimuco | Presidente da Associação de Apoio aos Doentes Angolanos em Portugal (ADAP), a propósito do acolhimento destes em Portugal

  • A falta de humanização dos serviços de saúde em Angola é assunto recorrente. As pequenas melhorias somadas aqui e acolá não satisfazem as exigências gerais. Vivemos num país onde ter dinheiro para pagar cauções absurdamente caras em clínicas privadas ainda é condição inegociável para se dar entrada no banco de urgência. Procurar assistência médica no exterior do país continua a ser a solução para quem pode comprar divisas. A Namíbia e África do Sul, os destinos mais próximos, Portugal, Cuba e Brasil constituem as principais alternativas para quem busca tratamentos que não encontra no país, mesmo quando desembolsam valores altíssimos. Acontece, porém, que viajar em busca de saúde não é para todos. A maioria dos cidadãos deste país socorre-se em unidades inseridas no Serviço Nacional de Saúde.

    Luísa Rogério

  • Dez anos depois, o Presidente  da República de Angola volta a efectuar uma visita de Estado à República Portuguesa, facto marcado por curiosidades (boas e más), que convidam a sapiência dos cidadãos em relação às análises que podem ser feitas deste facto que, acima de tudo, simboliza o cruzar de olhos nos olhos entre os  mais altos mandatários de Angola e Portugal.

    Carlos Calongo

  • Banho de sol 
    Vivo na Ilha de Luanda e escrevo para o Jornal de Angola, depois de várias vezes ter escrito para este importante diário para felicitar a administração da minha circunscrição. Hoje, a Ilha de Luanda está com um outro rosto e espero que os esforços para melhorar este importante recanto da cidade continuem.  Afinal de contas, como cantou Carlos Burity, a parte peninsular de Luanda continua como um dos lugares de destino para casais apaixonados. Em todo o caso, gostaria também de felicitar aquelas pessoas que se deslocam à Ilha de Luanda e observam rigorosamente as disposições definidas pelo Serviço Nacional de Protecção Civil e Bombeiros. Ali, onde são visíveis placas de proibição para os banhistas, noto que as pessoas fazem a denominada praia seca e isso revela que a nossa população respeita o que se escreve.
    Alexandre Martins | Ilha de Luanda

    Seguro escolar
    Escrevo esta modesta carta com um sentimento de revolta por causa do que até hoje não ficou completamente claro relativamente à introdução do seguro escolar. Não sei como é que o Estado, que em matéria de educação e ensino se guia por  uma lei de bases, permite que operadores privados introduzam novas e estranhas formas de surripiar dinheiro aos encarregados. Primeiro, vieram com a estranha justificação de que a adesão não é obrigatória, para depois, subitamente, para o ano lectivo 2019 todos os colégios privados o introduzirem. E as instituições do Estado que superintendem a educação nada fazem, esquecendo-se, todavia, de que existem encarregados que fazem das tripas coração para pagar as propinas naqueles estabelecimentos cujos proprietários parecem não olhar a meios para cobrar e cobrar cada vez. Afinal, o que é e para que serve o seguro escolar? Qualquer dia inventam o seguro  pelas provas a que os alunos são submetidos, seguro pelas aulas e pelo material didáctico, com a falácia de que, caso os alunos os percam, o “seguro” vai cobrir. É verdade que, relativamente ao ensino privado, tem muito a ver com o contrato de adesão que liga os encarregados e as instituições escolares, mas as instituições do Estado não podem ficar impávidas quando as famílias são sobrecarregadas com esquemas que mais se assemelham à extorsão e a roubo. Fica muito fácil dizer que se os encarregados querem pagar, o problema é deles, quando, de facto, as instituições do Estado devem zelar pela ordem, tranquilidade e segurança das famílias. Segundo entendimento das explicações dadas pelo presidente da Associação Nacional do Ensino Privado (ANEP), o referido seguro é para cobrir despesas a que alegadamente a escola pode incorrer directamente, causadas pelos alunos e não relacionadas  com a vida estudantil na escola. Para terminar, gostaria de lançar um desafio à Procuradoria Geral da República e a outras instituições tais como a Inspecção do Ministério da Educação a investigar  sobre a legalidade desse “seguro escolar” que, acredito, daqui a nada vai passar a obrigatório, quando foi introduzido como facultativo. Espero que levem a sério o que digo, porque começa a pesar demais para os bolsos de quem tem filhos nos colégios sem que, no entanto, esse peso se reflicta necessariamente no processo de ensino e aprendizagem na maioria dos casos. Espero que haja mais esclarecimentos relativamente ao seguro escolar e que nas próximas tentativas de introdução de “novos pacotes” nos colégios, as entidades competentes sejam devidamente avisadas.Temos que nos habituar a   fazer as coisas com transparência. Os cidadãos devem ter direito à informação, para poderem  fazer opções.   
    Alcismar de Almeida | Sambizanga

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