Citações

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“Temos sido procurados com muita insistência por cidadãos que se vêem impedidos de exercer  os seus direitos de propriedade, porque as suas casas estão ocupadas por terceiros”
Hélder Pitta-Grós procurador-geral da República

“Se a democracia e o populismo jantarem à mesma mesa, cedo conheceremos a morte da democracia por envenenamento”
Adão de Almeida - ministro da Administração do Território e Reforma do Estado

“Os feriados nacionais devem ser aqueles que reúnem consenso e promovem a reconciliação nacional, reforçam o sentido de patriotismo e enaltecem os valores da paz, liberdade e democracia e não aqueles que promovem a desunião”
Benedito Daniel - Deputado pelo partido  PRS 

“Não me dizem nada, apenas sei que não sou nomeado para apitar jogos, nunca recebi nenhum documento da minha suspensão, eles (CCAFA) que decidam sobre o caso, estou com a consciência tranquila” 
Paulo Talaia - Árbitro de futebol, sobre o golo polémico 

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  • “É  necessário não confundir imigrantes ilegais com aqueles que são portadores de estatuto de refugiado, que devem merecer toda a nossaprotecção”
    Pedro Sebastião | Ministro de Estado e Chefe da Casa de Segurança  do Presidente da República, que negou, haver violência contra imigrantes ilegais, no âmbito da “Operação Transparência”

    “Não há violação. Algumas pessoas queriam mostrar resistência. Não queriam sair do garimpo e foram apanhadas à força. Nós saímos livremente  e deram-nos  transporte”
    Justino Ndambasi |  Cidadão do Congo Democrático , que entrou clandestinamente em Angola


    “Na altura em que me preparava para sair de Angola, alguns jovens queriam receber as minhas coisas, mas a Polícia não deixou”
    Idem

    “Estes actos  configuram  sem sombra de dúvida, e independentemente da sua motivação,  uma grave violação dos direitos humanos, designadamente  os direitos da segurança, liberdade e voto, informação, integridade física, moral e psíquica”
    Domingos Simões Pereira | Presidente do PAIGC

  • A educação e a saúde  nas escolas 
    Estamos  independentes  há cerca de quarenta e três  anos e ainda temos graves  problemas   em termos de quadros  qualificados , para  resolver muitos dos nossos problemas. Hoje verificamos que muitos angolanos , inclusive governantes , e principalmente estes últimos , não aceitam por exemplo  tratar-se  em hospitais de Angola .  As pessoas comentam o facto, nos seguintes termos: como  é possível termos bons serviços de saúde quando os  governantes que deviam trabalhar para  termos bons hospitais vão ao estrangeiro , porque não confiam nos nossos médicos e enfermeiros?  Na educação acontece a mesma coisa. Quantos governantes têm os filhos a estudar em escolas  públicas? Os governantes sabem que as escolas públicas não têm qualidade, mas deviam ser eles a promover, porque são  governantes, a  criação de condições para termos  estabelecimentos de ensino com bons professores e  boas condições higiénicas. 
    Há escolas públicas sem casas de banho.  Será  que  os responsáveis pelo sector da Educação têm ido visitar as escolas públicas para saberem em que condições os professores  ensinam e  em que os alunos aprendem?  Há coisas básicas que devem ser feitas com urgência. Se os pequenos  problemas não  são resolvidos , os cidadãos vão acreditar que serão resolvidos os grandes problemas? Os estudantes ficam mais de cinco horas nas escolas. Há  casos no país  de governantes que  põem os seus filhos em escolas estrangeiras instaladas em Angola, porque não  confiam  nas escolas públicas. Imaginem o que estrangeiros  falam de nós.  Que  o Estado assuma  definitivamente as suas responsabilidades em relação à Educação e à Saúde.  Os angolanos têm direito a um bom ensino e a bons serviços de saúde. Os governantes são eleitos   para   melhorarem as condições de vida  de todos os angolanos, e não apenas dos seus  familiares.  Tenho esperança de que muita coisa  há-de mudar  em Angola com o novo Governo. Angola é independente há mais de 40 anos. É tempo de construirmos um bom país para  se viver. 
    Sofia António | Maculusso


    Os jovens e o desemprego

    Há  no país uma elevada taxa de desemprego. Muitos jovens , mesmo com cursos médios e superiores, têm dificuldade em conseguir o primeiro emprego. Há jovens que  têm de fazer pequenos negócios de  sobrevivência para sustentar as suas famílias.
    Conheço jovens que têm de sustentar , não só os seus filhos e  esposa, mas também os seus pais e irmãos. É preciso que se conheça bem  o país real  para se tomarem as medidas acertadas no sentido de  se combater a pobreza extrema.  O Governo tem de fazer um grande esforço  para combater o desemprego no país, que tem causado outros problemas  sociais. Há muitas famílias que vivem  desesperadas  e estão desestruturadas porque não têm rendimentos para satisfazerem as necessidades básicas. 
    Sebastião  Alfredo | Rangel


    Crédito bancário
    Gostava que os bancos comerciais começassem a contribuir também para o crescimento económico por via da concessão de crédito a pequenas e médias empresas , com juros suportáveis.  Se os bancos praticarem juros baixos, acredito que as pequenas e médias empresas hão-de recorrer  aos bancos comerciais  para  conseguirem dinheiro para os seus negócios. 
    É importante para a economia  que haja  pequenas e médias empresas  a  produzir bens  e serviços.  Os bancos são um segmento importante para ajudar a  economia a diversificar-se  .   
    Adão João | Cassenda      

  • Pelo carácter identitário e de soberania, as questões linguísticas e culturais são vistas, em todo o mundo, como prioridades nacionais. Há decisões tomadas pelos chefes de Estado africanos e pelos seus ministros da Educação e da Cultura, direccionadas para a promoção e difusão das línguas e das culturas autóctones dos seus respectivos países. Mas a operacionalização dessas políticas têm sido pouco relevantes, sobretudo, por falta de vontade política e pelo baixo orçamento atribuído aos sectores governamentais que as têm de implementar.

    Filipe Zau | *

  • A “Operação Transparência”, em curso desde 25 de Setembro deste ano, é um exercício legítimo da soberania  de Angola amplamente tipificado no Direito Internacional, que é agora invocado no que diz respeito a conceitos básicos de exploração dos recursos minerais e aspectos técnicos atinentes à localização e distância das fronteiras angolanas. 

    Eduardo Magalhães |*

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