Citações

Citações

Sendo o sector privado, também na educação e ensino, um importante parceiro do Estado, o objectivo não é o de encerrar simplesmente, mas o de aproveitar ao máximo as que têm condições de ministrar os cursos por si solicitados
João Lourenço - Presidente da República 
 
   

Queremos levar a música a outros patamares. O mercado musical em Angola está a crescer e exige um outro nível de qualidade.
E a qualidade da música não está apenas na sonoridade.
Está também na harmonização dos conteúdos, ou seja, das letras

Emerson Raposo - Empresário   


“Entre 2020 e 2021, a Sonangol vai ser diferente, com uma estrutura mais pequena e mais ágil, com actividades e poder descentralizado mais veloz em termos de tomada de decisão
Carlos Saturnino - Presidente do Conselho de Administração da Sonangol   

Estamos a apostar não tanto nas unidades de cinco estrelas, porque Luanda já tem que chegue, temos de incentivar um turismo de alto nível e de eventos e negócios, mas o que vai dar mobilidade e maior força ao turismo são os “lodges”
e os “resorts”, que podem permitir um maior fluxo da classe média, que é o que vai dar suporte à indústria do turismo em Angola

Ângela Bragança - Ministra da Hotelaria e Turismo

Mais Citações

  • Angola tem falta de profissionais qualificados em todos os sectores, ninguém nega esta evidência, pelo  que é obrigada a recorrer à contratação de estrangeiros e é aí que “a porca torce o rabo”, como costuma dizer-se.

  • “É nosso dever trabalhar para que ela (Administração Pública) esteja ao nível das exigências. Precisamos de uma Administração Pública mais rápida e mais eficiente. Precisamos de um Estado que trabalhe mais, que trabalhe melhor e que custe menos.”

    Adão de Almeida Ministro da Administração do Território e Reforma do Estado

    “Precisamos de reflectir sobre o procedimento administrativo, para que a nossa administração não seja escrava do procedimento e da burocracia, mas uma administração capaz de adoptar modelos de gestão que privilegiem o resultado.”

    Idem

    “É preciso que os administradores da Justiça tenham confiança técnica e nunca política. Uma confiança técnica ligada à boa administração da Justiça .”
    José RodriguesAntigo director da Polícia Judiciária portuguesa, durante a conferência internacional sobre o combate à corrupção, organizada pela Procuradoria Geral da República de Angola


    “Preocupada com a situação, advertimos para as consequências dela decorrentes que poderão constituir um entrave ao intrínseco cumprimento dos princípios gerais do recenseamento.”
    Comunicado da CNEda Guiné-Bissau Reagindo à decisão do Ministério Público de suspender o recenseamento de eleitores

  • Seguro automóvel

    Sou taxista e escrevo pela primeira vez para o Jornal de Angola para abordar a maka do seguro automóvel de responsabilidade civil, adoptado em 2009. Contrariamente às expectativas e fins que se pretendiam com o referido seguro, muitos continuam  a ver a obrigatoriedade como um roubo, razão pela qual o decreto que o implementa devia ser revogado. Acho que os automobilistas não deviam ser obrigados a pagar o seguro automóvel de responsabilidade civil, mas ser aconselhados a fazê-lo voluntariamente. A adesão a esse tipo de seguro, como de resto sucede com a maioria dos seguros, deve ser voluntária por várias razões. A resposta das seguradoras nunca é proporcional ao seguro pago, nem às cláusulas que o mesmo prevê, sobretudo na hora de ressarcir o segurado. Como cidadão, estou a ponderar a possibilidade de me organizar com outras pessoas que pensam da mesma maneira para promover uma iniciativa legislativa no sentido da revogação desse seguro.
    Alexandre Bastos
    Lobito


    Novo vs antigo

    Escrevo a partir das terras do Bago Vermelho para abordar uma situação que começa a tomar conta do ambiente político angolano. Alguns sites, acompanhados pelas redes sociais, vendem a ideia de que existe uma espécie de “diabolização” do antigo Presidente da República. Em todo o Mundo, todos os antigos titulares de cargos públicos tendem sempre a ser alvo de situações que envolvem o período em que estiveram no cargo. Inclusive o ex-Presidente norte-americano, Barack Obama, bastante aclamado pela presidência exemplar e, nalguns aspectos, brilhante, tem sido alvo de críticas a começar pelo próprio sucessor. Basta ver canais como a Fox News, estação de televisão mais próxima dos republicanos e toda a direita, cujos comentaristas  são por norma anti-democratas. Em Angola, atendendo ao longo consulado do antigo Presidente da República e tendo em conta as situações vividas, não se podia esperar outra coisa da parte de alguns círculos. Os erros e falhas são normais, bem como as críticas que lhe seguem. Não faz sentido que algumas vozes, por sinal aquelas que eram das mais críticas contra o antigo Presidente da República, venham hoje dizer que se está a praticar uma espécie de “diabolização” do antigo Presidente. Pode-se dar o caso de algumas críticas terem sido mais ásperas, mas se as mesmas tiverem sido fundamentadas, não foram exercidas senão com base no direito e liberdade de opinião e de expressão. Acho que deve ser por falta do que escrever, analisar ou comentar na medida em que os pronunciamentos ou escritos que saem a público relacionados com o antigo Presidente são normais. Se assim não fosse, o ex-Presidente da República e as pessoas que legalmente o representam têm todo o direito de recorrer aos órgãos competentes para defesa do seu bom nome, honra e imagem.
    Armindo Costa
    Negage



    Eleições na RDC

    As eleições na República Democrática do Congo (RDC) constituem um desafio não apenas para as autoridades congolesas, mas em certo modo para os países vizinhos. O período eleitoral na RDC tem constituído um desafio e às vezes fonte de instabilidade, razão pela qual urge tomar algumas precauções ao longo da fronteira comum. Quando países problemáticos vivenciam situações que tendem a produzir instabilidade e violência, os vizinhos devem ponderar, inclusive, o encerramento das fronteiras. Angola não pode colocar inteiramente de parte esta possibilidade, numa altura em que as partes envolvidas neste processo eleitoral realizam ameaças e fazem promessas que amedrontam o povo.
    Guilherme Soares
    Ndalatando   

  • A Constituição da República define as Autarquias como “pessoas colectivas territoriais correspondentes ao conjunto de residentes em certas circunscrições do território nacional e que asseguram a prossecução de interesses específicos resultantes da vizinhança, mediante órgãos próprios representativos das respectivas populações”.

Tempo

você e o jornal de angola

PARTICIPE

Escreva ao Jornal de Angola.

enviar carta

Multimédia