Citações

Citações

“É importante, fundamental e vantajoso para todos que  invistam no mercado da comunicação social”
Celso Malavoloneke | Secretário de Estado da Comunicação Social


“Realizamos visitas em todos os municípios do país que vão permitir a inclusão das preocupações apresentadas pela população no OGE para o próximo ano”
Salomão Xirimbimbi | Presidente do grupo parlamentar do MPLA  


“O novo sistema de impostos vai permitir alargar a base tributária a todos os serviços, reduzindo o comércio informal”
Leandro Cruz | Técnico da Administração Geral Tributária (AGT)


“O grupo parlamentar da UNITA foi o único que avançou com iniciativas sobre o poder local e do  repatriamento de capitais”
Adalberto Costa Júnior | Presidente do grupo parlamentar da UNITAx

“A minha prisão foi a última fase de um golpe em câmara lenta destinado a marginalizar permanentemente as forças progressistas no Brasil. Pretende-se impedir que o Partido dos Trabalhadores seja novamente eleito para a Presidência”
Lula da Silva | Ex-Presidente do Brasil

Mais Citações

  • Ali Babá e os Quarenta Ladrões é um conto reportado à Arábia pré-islâmica e o fazer parte do Livro das Mil e Uma Noites (ou Noites da Arábia) resulta de alguns estudiosos afirmem que o orientalista francês Antoine Galland (séc. XVIII) depois de ter ouvido em Alepo a narrativa de Ali Babá falada por um árabe contador de estórias, decidiu integrá-la no Livro das Mil e Uma Noites. Em Alepo, a cidade feita ruínas a que assistimos na televisão, por causa da guerra que não obstante destruir monumentos não consegue destruir a oratura que depois virou literatura. Aqui e por isso se convida à reflexão sobre a grande biblioteca ancestral, como a nossa que nem o tráfico de escravos conseguiu apagar.

    Manuel Rui

  • Os incêndios que, nos últimos meses, têm deflagrado  em vários pontos do mundo, abrindo caminhos de dor, miséria, luto, devem servir-nos de alerta para o facto de não sermos imunes a males que afectam outros países.

    Luciano Rocha

  • Sexto ramo
    Fiquei há dias surpreendido com a posição assumida pelo Governo do Presidente Donald  Trump, relacionada com a criação de um sexto ramo para as forças armadas. E pior ainda com a perspectiva de reacções de países como a China e a Rússia, aparentemente os países visados desta empreitada que apenas encontra precedentes na administração do Presidente Ronald Reagan. A chamada Star War ou, em português, a "guerra das estrelas" parece agora ressuscitada por Donald Trump, que pretende ver protegidos os satélites norte-americanos estacionados no espaço sideral. Em minha opinião, essa pretensão de Trump, que deverá ainda ser secundada pelo Congresso, vai acabar por levar os principais concorrentes a tomar contra medidas que, em certo sentido, levar a uma confrontação militar. O que os Estados Unidos pretendem, até aonde julgo entender, é preservar os seus satélites de comunicação, fundamentalmente os de uso militar. Entendem os americanos que em caso de conflito militar, os meios bélicos que dependem dos sistemas de navegação e GPS, assegurados pelos satélites no espaço, podem ficar em causa sobretudo se ficarem desprotegidos. Esta parece ser a razão principal que leva Donald Trump a pretender criar um sexto ramo das forças armadas virado para o espaço. Para terminar, gostaria apelar a comunidade internacional a fazer mais para que a paz e segurança internacionais não sejam  postos em causa por manobras de líderes políticos, movidos pelo oportunismo.
    Samuel Dimba | Ndalatando


    Apoio à agricultura

    Escrevo pela primeira vez para o Jornal de Angola para falar sobre a agricultura familiar, aquela que muitas vozes entendidas na matéria não se cansam de lembrar que deve ser a base. Ao contrário da mecanização que muitos acham que deve ser necessariamente o caminho, na verdade, o processo de mecanização também contribui para o empobrecimento de milhares de famílias e acaba por "monopolizar" a prática de agricultura. Espero que o Governo, através do Banco de Desenvolvimento Angolano (BDA), incrementasse mais o apoio aos nossos agriculturas. Acho que essa aposta deve ser reforçada se a intenção  for reduzir significativamente aqueles indica dores que ainda nos envergonham a todos.
    Maria de Campos | Negage


    Época de praia

    Findo o período do Cacimbo, abre-se agora a perspectiva da fase de turismo e banho junto da orla marítima de Luanda, quiçá de Angola. Escrevo para o Jornal de Angola para abordar um bocado o problema das praias que se encontram desprovidas de sinais e reclames que ajudem a informar os banhistas sobre o estado da praia. Julgo que está na hora das autoridades marítimas ou ligadas ao Serviço Nacional de Protecção Civil e Bombeiros (SNPCB) velarem pelo uso das praias em condições de segurança. A afixação de cartazes a dar informações sobre a praia devia ser obrigatório e, para ser mais incisivo, as pessoas deviam ser sensibilizadas a descartar toda e qualquer possibilidade de banhar ali onde não exista nenhum cartaz. A polícia marítima devia encarregar-se do "enforcement" dessas imposições legais para que a ninguém fosse permitido usar as praias sem as devidas  condições de segurança. Em nome da preservação da vida e da segurança dos banhistas, devemos reforçar as medidas porque, de outro modo, teremos os mesmos números de afogamentos. No ano passado, lembro-me que houve um número elevado de pessoas que se tinham afogado.
    Jaime Contreiras | Tômbwa 

Tempo

você e o jornal de angola

PARTICIPE

Escreva ao Jornal de Angola.

enviar carta

Multimédia