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  • Crónicas à Média Luz

    Uma conferência em Berlim

    Um dia fui à República Federal da Alemanha para falar da guerra pós-eleitoral, corria o ano da graça de 1993. Antes só tinha estado na parte democrática, anti-capitalista e anti-nazi. 

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  • Crónicas à Média Luz

    Luanda colorida por Zan ao som de uma canção tchokwe

    Ninguém nos deu a cidade, fomos nós que a seduzimos e com ela dormimos sonhos assombrados com asas de anjos caídos e lábios carnudos de mulheres enredadas na mais antiga trama do mundo: o amor.

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  • Crónicas à Média Luz

    Confissões de um inventor de guerras

    Nos tempos em que a noite era suave e dava uma sede olímpica, era frequentador do Bambi, um cabaré pequenino, onde me sentia no ninho que nunca tive.

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  • Crónicas à Média Luz

    Bandeira de Samaria e a flor do pântano

    Os pântanos dos braços do Tumpo e do Cuito  estão floridos. As folhas redondas dos nenúfares alimentam belíssimas flores brancas com um ponto amarelo no meio. As águas escuras servem de fundo aos círculos verdes e cada um suporta a flor. A massambala está cheia de grãos e o capim alto guarda a vida das pequenas lagoas. Há mulheres no rio lavando o corpo e a roupa. No alto da colina, com dois eucaliptos de guarda permanente, está a aldeia de Samaria.

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  • Crónicas à Média Luz

    Bom Jesus à janela do rio Cuanza

    A corrente do Cuanza vai rápida e as águas arrastam grandes tufos de capim. Os pescadores ficam em terra porque as choupas e os cacussos não gostam de águas barrentas. Isso é para jacarés traiçoeiros que comem almas vivas e trucidam corpos.

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  • Crónicas à Média Luz

    Luanda na sombra do Cadaval

    O meu professor de Ciências Naturais, no Liceu Salvador Correia, um dia levou a turma ao Museu de Angola, ali mesmo no Kinaxixi, com vistas para a Floresta e pátria sonora de mestre Arnaldo Santos.

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  • Crónicas à Média Luz

    A arte suprema de Eusébio e as Bucólicas de Virgílio

    Os partidos portugueses representados na Assembleia da República acordaram, por unanimidade, que Eusébio vai para o Panteão Nacional. As elites corruptas e ignorantes não se conformam. Um futebolista que viajou de Moçambique para Portugal no ano em que começou a guerra colonial, não pode subir tão alto.

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  • Crónicas à Média Luz

    A rainha das zaragatas

    No tempo em que o homem era burro e o burro era homem existia uma casa discreta, nas cercanias da Mutamba, onde prendadas meninas fumavam e tratavam os desconhecidos por tu. Mariazinha, uma senhora quadrada e de nariz aquilino, abria e fechava as portas do paraíso. Aquilo era um luxo, só acessível a quem recebia um salário decente, pronta e pontualmente.

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