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O Zimbabwe e os desafios do futuro

O Zimbabwe, que chegou a ser conhecido como o celeiro de África pela sua capacidade de produção alimentar, foi, antes da ocupação pelos colonos britânicos no seguimento da sua “descoberta” por Cecil Rhodes em 1890, habitado por civilizações que chegaram a trabalhar o ouro e outros minérios, segundo arqueólogos que encontraram ruínas naquele território que sugerem a ocorrência num passado lingínquo deste tipo de actividade.

Cartas dos Leitores

Músico Dom Caetano

Sou adepto da chamada Música Popular Urbana de Angola e independentemente do novo rumo que ela está a tomar continuo a defender que a música está numa fase boa. Mas há músicos que defendam o contrário e um deles é uma voz cuja opinião se pode considerar como insuspeita ao falar de música. Ouvi declarações atribuídas por um “site” de notícias ao músico Dom Caetano segundo as quais “a música angolana feita hoje está assolada pelo imediatismo, por uma carga de sensacionalismo e de algum descontrolo emocional dos fazedores”. E o compositor reservou ainda tempo para aconselhar  todos quantos queiram enveredar pela carreira musical, dizendo que para fazer música não é necessário que se aposte na mesquinhez, no mundo da mediocridade e muito menos  da promiscuidade. 

Concordo com as palavras do músico e compositor e penso que todo e qualquer cantor não precisa de adoptar o “vale tudo”  para se dar  bem na música. Em todo o caso, urge da parte das instituições investimento na formação artística para definição de padrões de qualidade, numa altura em que o lado quantitativo começa a dar lugar ao lado qualitativo. O tempo vai ajudar a preservar apenas os bons compositores e as boas composições, pelo que não faz sentido condenar por condenar quem faz música imediatista ou meramente comercial. A verdadeira arte é aquela que resiste no tempo, mantendo-se viva, procurada, apreciada e recomendável.     

Juliana Fonseca  

Cazenga 

 

 

Robert Mugabe 

Sou estudante de História de África e escrevo pela primeira vez para o Jornal de Angola.  Apanhou-me de surpresa e com alguma comoção a  informação segundo a qual o antigo Presidente do Zimbabwe, Robert Mugabe, está a receber assistência médica em Singapura, por já não conseguir andar sozinho devido à sua frágil saúde e avançada idade.
Mugabe, independentemente de erros da sua trajectória, encarna a luta do povo zimbabweano, razão pela qual o actual Governo o considera como “Pai da Nação”. E de facto é positiva a forma como o Governo do Presidente Emerson Mnangagwa gere esta fase delicada da saúde do velho Bob, que se encontra com 94 anos de idade. Foi bom ouvir da boca do actual Presidente daquele país que, e referindo-se a Robert Mugabe, dizer  “estamos a cuidar dele. Ele é o pai fundador da nação do Zimbabwe”. Espero que o velho Bob recupere a sua saúde e que possa voltar de Singapura, onde se encontra em tratamento médico.
A forma como o actual Governo trata Mugabe constitui um exemplo para África, onde regra geral os ex-Chefes de Estado que demoraram muito tempo no poder acabam sempre mal quando saem, voluntária ou involuntariamente.    

Carlos Gonçalves

Samba

 

 

 

Valas de drenagem

A vedação de algumas valas de drenagem devia ser uma preocupação das instituições do Estado, a nível local. Vivo no Zango II e até hoje não percebo porque é que grande parte da vala de drenagem desta localidade continua sem vedação. Há partes com vedação, seguramente por causa de quedas e mortes ocorridas, mas grande parte das valas de drenagem e valas de retenção de água continuam sem uma vedação que inviabilize, por exemplo, a entrada de crianças. É preocupante a  forma como minimizamos completamente a segurança, quando empresas ou pessoas singulares promovem a escavação de buracos que se mantêm abertos e sem vedação durante dias e semanas. 

Aurélio de Carvalho 

Zango II    


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