Política

Angola aspira ao Conselho dos Direitos Humanos

Angola concorre a uma das quatro vagas de membros africanos ao Conselho dos Direitos Humanos das Nações Unidas. A eleição está aprazada para o dia 16 de Outubro, no prosseguimento da 72.ª sessão da Assembleia-Geral da ONU, que decorre em Nova Iorque.

Embaixador Ismael Martins representante junto da ONU
Fotografia: Mota Ambrósio | Edições Novembro

O país concorre a um desses lugares, a par da Nigéria, República Democrática do Congo (RDC) e do Senegal. O mandato é para o triénio 2018-2020.
Na presente sessão da Assembleia-Geral apenas serão eleitos os 15 membros do Conselho dos Direitos Humanos da ONU (CDH), quatro dos quais em representação de África, dois da Europa Ocidental e outros Estados, dois da Europa de Leste, três da América Latina e Caraíbas e quatro da Ásia e Pacífico.
A delegação angolana à 72.ª sessão da Assembleia-Geral da ONU é chefiada pelo representante permanente de Angola junto das Nações Unidas, embaixador Ismael Martins. O debate, iniciado no dia 19 deste mês, encaminha-se para o fim.
Amanhã, segunda-feira, sobem à tribuna os últimos oradores. Este período é essencialmente dedicado aos discursos dos Chefes de Estado ou  representantes dos 193 países membros das Nações Unidas.
A sessão decorre sob o lema “Concentrando-se nas Pessoas: Esforçando-se para a Paz e uma Vida digna para todos num Planeta Sustentável”. Terminado o Debate Geral começa, em Outubro, o período de Debates Temáticos, ao nível das seis Comissões de Trabalho da ONU.
A primeira responde pelas questões relativas ao Desarmamento e Segurança Internacional, a segunda pelas questões Económicas e Financeiras e a terceira pelas questões Sociais, Humanitárias e Culturais.
A quarta Comissão responde pela Política Especial e Descolonização, a quinta é dos Assuntos Administrativos e Orçamentais e a última trata de Questões Legais ou Jurídicas.

Tempo

Multimédia