Barragem está em construção


10 de Julho, 2013

Fotografia: JA

Angola e Namíbia constroem nos próximos 18 meses na zona transfronteiriça do rio Cunene uma barragem capaz de produzir de 600 mega watts, revelou aos jornalistas, no Luena, o ministro da Energia e Águas.

João Baptista Borges disse que metade da produção se pode destinar a Angola, a gestão é conjunta e que os estudos de viabilidade estão na fase fina.
O ministro lembrou que Angola compra à Namíbia energia eléctrica da barragem do Ruacaná para abastecer a província do Cunene.

Barragem do Tchihumbwe

João Baptista Borges, que esteve algumas horas na cidade do Luena, deslocou-se também ao município do Dala, Lunda Sul, onde colocou a primeira pedra da construção da barragem de Tchihumbwe, com capacidade para produzir 12,4 mega watts. A obra, referiu, está orçada em 971,9 mil milhões de kwanzas e deve estar concluída em 28 meses.
O ministro, após a colocação da pedra, declarou aos jornalistas que o Executivo privilegia o sector energético por ser o “pilar para o crescimento e desenvolvimento socioeconómico do país”.
João Baptista Borges disse que com a barragem de Tchihumbwe as províncias da Lunda-Sul e Moxico vão registar um crescimento significativo em todos os sectores. A construção da barragem é mais um esforço do Executivo para aumentar a oferta de enérgia eléctrica, que regista um défice considerável e um passo para a integração energética na região austral do continente africano.
Além de barragens, o Executivo angolano tem um plano de instalação de centrais térmicas. Na cerimónia da colocação da primeira pedra participaram os governadores da Lunda-Sul, Cândida Narciso, e do Moxico, João Ernesto dos Santos “Liberdade”.

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