Política

CASA-CE desmente ultimato aos partidos coligados

A CASA-CE desmentiu ontem, em Luanda, informações postas a circular nas redes sociais, segundo as quais o seu presidente, André Gaspar Mendes de Carvalho, deu 15 dias aos líderes dos partidos políticos coligados para decidirem sobre a transformação da Coligação em partido político, sob pena de abandonar a liderança.

Fotografia: DR

Em nota de imprensa ontem tornada pública, a CASA-CE considera "falsas" tais alegações, salientando que André Gaspar Mendes de Carvalho "está firme e sereno à testa dos destinos da Coligação".

A nota sublinha que André Gaspar Mendes de Carvalho tem exercido a sua liderança com equilíbrio, maturidade política, elevado sentido patriótico e de Estado, buscando sempre os consensos necessários para o fortalecimento, coesão e unidade da organização.

"A grosseira inverdade fabricada pelos nossos algozes surge no calor de mais um acto político relevante da CASA-CE, que viu tomar posse, sábado último, do novo líder juvenil da coligação", refere o documento.

O documento acrescenta que André Gaspar Mendes de Carvalho "nunca pressionou os partidos para a transformação e tem afirmado, vezes sem conta, que a transformação é um processo sensível e complexo, que poderá ocorrer quando os partidos políticos coligados, entes constituintes da CASA-CE, entenderem ser o momento adequado".

“O actual contexto político-partidário está repleto de frustrações e incertezas para os nossos detractores, que são férteis na fabricação de mentiras de toda sorte, atentatórias à coesão e à unidade interna", refere.

Integram a coligação os partidos para o Desenvolvimento e Democracia de Angola — Aliança Patriótica (PADDA-AP), de Aliança Livre de Maioria Angolana (PALMA), Nacional de Salvação de Angola (PNSA), Pacífico Angolano (PPA) e Democrático para o Progresso de Aliança Nacional Angolana (PDP-ANA) e o Bloco Democrático.

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