Política

Chefe de Governo da Itália em Luanda

A cooperação no domínio da agricultura, defesa, energia, turismo e finanças vai estar  hoje no centro das discussões entre o Presidente da República, João Lourenço, e o Primeiro-ministro da Itália, Paolo Gentiloni, que está desde ontem em Luanda, para uma visita oficial de 24 horas.

Fotografia: Rogério Tuti | Edições Novembro


O encontro vai servir também para o chefe do Governo italiano manifestar o apoio do seu país ao processo democrático em curso em Angola,  reforçado com a realização das eleições de 23 de Agosto último.
À sua chegada a Luanda, o Primeiro-ministro da Itália foi recebido no aeroporto internacional 4 de Fevereiro pelo ministro das Relações Exteriores, Manuel Augusto.
De acordo com o programa oficial, Paolo Gentiloni  inicia o dia com uma visita ao Museu Nacional de História Militar, seguindo-se a deposição de uma coroa de flores no Monumento do primeiro Presidente de Angola, António Agostinho Neto, no Memorial com o mesmo nome.
Depois do encontro com o Presidente João Lourenço, no Palácio da Cidade alta, o Primeiro-ministro da Itália, no cargo desde Dezembro de 2016, reúne-se com a direcção da petrolífera italiana ENI, que opera no país desde 1980, e mais tarde com os nacionais do seu país residentes em Angola.
A Itália foi o primeiro país da Europa ocidental a reconhecer a independência de Angola, em Fevereiro de 1976. No mesmo ano, os dois países estabeleceram as relações diplomáticas.
Em 2015, os chefes das diplomacias dos dois países rubricaram, em Roma, um Memorando de Entendimento para consultas entre as duas instituições governamentais, durante a visita do ex-Chefe de Estado José Eduardo dos Santos à Itália. O antecessor de Gentiloni, Matteo Renzi, foi o primeiro Chefe do Governo italiano a visitar Angola.

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