Política

Cólera e malária levam ministra à RDC

A ministra da Saúde, Sílvia Lutucuta, deslocou-se ontem à República Democrática do Congo (RDC), com o objectivo de definir acções de respostas conjuntas para a protecção da população dos dois países de epidemias de cólera e de malária.

Ministra vai a Kinshasa para reforçar a colaboração bilateral
Fotografia: Vigas da Purificação|Edições Novembro


De acordo com a Lusa, que não adianta a duração da visita, a deslocação de Sílvia Lutucuta visa também o reforço da colaboração entre as autoridades sanitárias  dos dois países e elaborar um Plano de Contingência Transfronteiriço, além do reforço da vigilância nos postos de entrada e da aplicação do Regulamento Sanitário Internacional.
Durante a sua estada, a ministra da Saúde trabalha com o seu homólogo da RDC, Oly Ilunga Kalenga, sobretudo no controlo da situação epidémica da cólera. Angola enfrenta uma epidemia de cólera, restrita à província do Uíge, que faz fronteira com a RDC, que contabiliza, desde 21 de Dezembro de 2017 a 9 deste mês, 11 óbitos de um total de 579 casos confirmados.
Já a República Democrática do Congo (RDC) regista um total de 55 mil casos, com um saldo de 1.190 mortes por cólera.
Os dois países partilham uma extensa fronteira, o que representa um factor de risco para as populações que vivem ao longo da mesma e partilham hábitos e costumes, que influenciam na situação sanitária transfronteiriça.
Há anos, os dois países enfrentaram uma epidemia de Marburgo na região fronteiriça comum.

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