Política

Combate à criminalidade pode ter dias melhores

André da Costa

O ministro do Interior, Ângelo da Veiga Tavares, mostrou-se ontem optimista quanto a um melhor combate à criminalidade em Luanda, com a recente nomeação do novo comandante provincial da Polícia Nacional, comissário-chefe Eduardo Cerqueira, e a tomada de posse, ontem, dos seus coadjutores, nomeadamente os comissários Divaldo Martins e Gerson Miguel.

Ministro do Interior confiante nos novos comandantes
Fotografia: Agostinho Narcíso | Edições Novembro

Ângelo da Veiga Tavares, que falava durante a posse de novos delegados do Ministério do Interior e comandantes provinciais da Polícia Nacional, afirmou que, com aquele trio, se abrem novas expectativas e esperanças num maior combate à criminalidade em Luanda.
O ministro pediu firmeza, rigor e assertividade na resposta aos marginais que tiram sossego à população, para garantir segurança e investimento privado no país. Para tal, disse ser necessário que a Polícia esteja cada vez mais próximo da população.
Em declarações à imprensa, Divaldo Martins, afirmou que Luanda tem muitos desafios a nível da segurança pública. Prometeu contribuir para que haja uma maior abertura para que todos possam contribuir para a solução dos problemas. “Muitos problemas que vivemos e que têm consequências na criminalidade, são frutos de outras situações que exigem a participação de todos”, considerou o comissário, para quem a Polícia Nacional não pode continuar a ter a exclusividade na prevenção e combate ao crime.
O novo delegado do Ministério do Interior e comandante provincial da Polícia Nacional em Benguela, comissário Aristófanes dos Santos, prometeu fazer um diagnóstico da segurança pública na província, para desenvolver ac-ções que visam combater a criminalidade.
Entre as dezenas de oficiais que tomaram posse, destaque para o novo comandante da Polícia de Guarda Fronteira, comissário-chefe Francisco Paiva, e do director nacional de Viação e Trânsito, comissário Elias Livulo, a quem o ministro pediu maior dinamismo, sobretudo na perspectiva das acções no domínio das telecomunicações e tecnologias de informação.

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