Política

Desenvolvimento foi avaliado com o PNUD

A ministra de Estado para a Área Social, Carolina Cerqueira, abordou, ontem, em Luanda, com o representante do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), Henrik Larsen, os benefícios dos programas de desenvolvimento humano implementados pelo Executivo em prol dos mais desfavorecidos.

Representantes do PNUD e do Governo de Angola abordam situação social
Fotografia: DR

Durante a audiência, que serviu para o diplomata da organização do sistema das Nações Unidas despedir-se devido ao fim da sua missão em Angola, a ministra de Estado abordou com o representante do PNUD o estado de implementação dos programas de combate à pobreza, transferências monetárias, segurança alimentar, redução da desnutrição crónica das crianças e empoderamento das mulheres e raparigas, assim como a protecção das minorias, acções que segundo a ministra de Estado estimulam a recuperação e o desenvolvimento inclusivo e sustentável.

Carolina Cerqueira referiu que apesar dos efeitos negativos da Covid-19 que se reflectem na desaceleração do crescimento económico, o Executivo continua a velar para o cumprimento de uma agenda social que prioriza a ajuda humanitária e a protecção social das populações mais vulneráveis, em particular as crianças e idosos.

Referiu que as novas infra-estruturas de saúde e as escolas, construídas no âmbito do PIIM e postas à disposição das famílias comprovam o engajamento do Executivo no cumprimento dos 11 Compromissos para com a Criança, em particular nos domínios da Saúde e da Educação.

Henrik Larsen manifestou a certeza de que a visão de desenvolvimento humano e sustentável do Presidente João Lourenço tem demonstrado que a convergência territorial e a intersectorialidade das acções são fundamentais para unir sinergias na implementação dos referidos programas e permitir que Angola possa reduzir o índice de pobreza até 2030.

Segundo Henrik Larsen, foi feito um grande trabalho entre o PNUD e o Executivo no âmbito do Mapeamento dos Programas de Combate à Pobreza, o que pode, significativamente, melhorar as acções com incidência na redução da pobreza e acelerar a implementação dos programas sociais e um melhor alinhamento dos objectivos de desenvolvimento sustentável (ODS), com base nas prioridades nacionais.

Expressou ainda a preocupação e a necessidade de se melhorar a resiliência das populações no Sul do país e garantiu o total apoio das Nações Unidas.

O alto funcionário da ONU deixa Angola e vai assumir interinamente o mesmo cargo em Cabo Verde.

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