Política

Ex-militares são apoiados pelo Governo

Programa de reintegração de ex-militares vai beneficiar mais de 80 cidadãos em todo o país, informou o director geral do Instituto de Reintegração Social dos Ex-militares (IRSEM), Domingos André Tchikanha.

Reintegração de antigos militares é mais inclusiva
Fotografia: Edições Novembro

Em declarações à imprensa, no Uíge, no final de uma visita que o secretário de Estado para a Acção Social, Lúcio do Amaral, efectuou à província, o director geral do IRSEM manifestou-se satisfeito com o ritmo de execução dos projectos sociais de reintegração dos ex-militares em curso naquela província.
Durante a visita ao Uíge, o secretário de Estado para a Acção Social avaliou, na cidade de Negage, os projectos em curso para a reintegração dos ex-militares nos domínios da formação profissional, Agricultura e Aquicultura.
Lúcio do Amaral inteirou-se dos referidos projectos, que estão a ser executados pelo Centro de Artes e Ofícios da Igreja Católica, onde 60 ex-militares aprendem  diversas profissões.
 O município do Negage conta  com  Centro de Formação de Artes e Ofícios, que já colocou no mercado de trabalho,  desde a sua abertura, em 2005, 300 cidadãos, na  sua  maioria  ex-militares. 
No Uíge, o Instituto de Reintegração dos Ex-militares controla mais de dez mil ex-militares. Durante a visita, que terminou quinta-feira, o secretário de Estado para a Acção Social destacou o trabalho desenvolvido pelos Centros de Acção Social Integrados (CASI) na província, para o registo de nascimento de crianças pela primeira vez.
Lúcio do Amaral, que constatou o funcionamento dos Centros de Acção Social, disse que 600 registos de nascimento foram já realizados nos Centros Integrados da cidade, desde o arranque do projecto no mês de Junho.
“O trabalho está a ser bem executado pelos activistas, se tivermos em conta o número de pessoas já registadas, como beneficiários da própria Acção Social”, enfatizou o secretário de Estado, Lúcio do Amaral.

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