Política

Feira mostra potencialidades do Soyos

Jaquelino Figueiredo | Soyo

O Presidente da República, João Lourenço, visitou ontem a feira de exposição de produtos diversos, com destaque para os agrícolas, marítimos, industriais, inertes e peças de artesanato, realizada numa das artérias da cidade do Soyo, no âmbito da visita que o Titular do Poder Executivo efectuou à província.

Fotografia: Edições Novembro

O Presidente da República, João Lourenço, visitou ontem a feira de exposição de produtos diversos, com destaque para os agrícolas, marítimos, industriais, inertes e peças de artesanato, realizada numa das artérias da cidade do Soyo, no âmbito da visita que o Titular do Poder Executivo efectuou à província.Durante a visita à feira, o Presidente da República, acompanhado por membros do Executivo e da Presidência, não resistiu à qualidade do pescado local e comprou alguns quilogramas de peixe, concretamente garoupa.
 Os expositores presentes à feira gostaram da iniciativa da Administração Municipal do Soyo, uma vez que proporcionou uma oportunidade ímpar para exibição dos diversos produtos aos potenciais compradores, com destaque para o Presidente João Lourenço.A exposição, segundo Isabel Miguel, foi uma oportunidade única de expor a variedade de produtos agrícolas, nomeadamente banana, citrinos, tubérculos, cana-de-açúcar.
“Estamos aqui para expormos os produtos da nossa Fazenda Paulo Miguel, onde produzimos banana diversa, mandioca, citrinos, abacate, ananás e cana-de-açúcar. Temos também expostos ovos do nosso aviário, pelo que constituiu uma oportunidade única, por termos sido visitados pelo Senhor Presidente da República, João Lourenço”, avançou.
Para Isabel Miguel, o mau estado das vias de comunicação que interligam a aldeia do Mbenza, na comuna da Pedra do Feitiço (Soyo), onde está situada a fazenda, é o principal obstáculo a enfrentar para o escoamento dos vários produtos. Com a visita do Presidente João Lourenço ao Soyo, espera ver solucionado o problema.
“Graças à boa vontade de alguns empresários detentores de máquinas que também têm interesses lá, ajudam na terraplanagem da via e, assim, conseguimos trazer produtos para a sede. Mas, na época chuvosa, enfrentamos grandes dificuldades para escoamento, porque a via torna-se intransitável”, frisou.
Quanto ao aviário, Isabel Miguel informou que o projecto está numa fase embrionária, mas pensa aumentar a produção nos próximos tempos, no sentido de satisfazer a procura local e evitar a compra de ovos a partir de outras províncias.
“O nosso aviário é novo. Produzimos apenas 123 ovos por dia, o que equivale a dez caixas. A nossa ideia é aumentar a produção de unidades dia nos próximos tempos, para diminuir a importação de ovos”, disse.

Tempo

Multimédia