Política

Luís Ayala elogia avanços em Angola

Kumuênho da Rosa |

O Presidente da República recebeu ontem em audiência, na Cidade Alta, o chileno Luis Ayala, secretário-geral da Internacional Socialista (IS).

Sercetário geral Luís Ayala foi recebido pelo Chefe de Estado José Eduardo dos Santos
Fotografia: Francisco Bernardo

À saída do encontro, Luis Ayala expressou a sua “grande satisfação e orgulho” por confirmar as transformações em Angola. “Estamos muito orgulhosos de poder voltar a encontrar-nos com o Presidente de Angola e do MPLA e pudemos felicitá-lo pelos progressos e força que tem hoje em dia Angola, na sua gente, na sua economia, na sua política e no seu projecto de Nação”, sublinhou.
O secretário-geral da IS referiu-se ao êxito do processo de estabilidade política e recuperação económica de Angola, nos últimos 11 anos, acompanhado pela “efectiva integração” de todos os angolanos em torno do programa do MPLA.
“Sabemos da nossa própria experiência, sempre tivemos desafios comuns. Tal como o Chile, Angola percorreu o seu caminho de luta, da reconstrução, e tudo o que vi reflecte o compromisso e o entusiasmo dos angolanos que assim o quiseram, com a condução do MPLA e do seu Presidente”, disse Luis Ayala.
Na delegação que acompanhou Luis Ayala, estava o secretário-geral do MPLA, Julião Mateus Paulo. O também vice-presidente da Internacional Socialista falou ao Jornal de Angola sobre a actual conjuntura da Região dos Grandes Lagos, numa altura em que Angola assume a presidência da organização regional. Para Julião Mateus Paulo, a experiência de Angola tem sido um dos factores positivos nessa região do continente. “Tem sido um exemplo para os países que têm ainda conflitos. Ora mediando no sentido de encontrar soluções, ora prestando apoio político e diplomático, de modo a mobilizar sinergias para a solução pacífica dos conflitos”, declarou. O vice-presidente da IS referiu que a organização, que congrega 167 organizações, tem discutido as questões que preocupam a humanidade como um todo, sobretudo as regionais, como os conflitos. “Temos um Comité África que integra os partidos que fazem parte da família da Internacional Socialista, onde são discutidos esses fenómenos que, naturalmente, preocupam a organização.”

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