Política

Militar deve ser um exemplo na sociedade

Kapalo Manuel | Luena

O chefe do Estado-Maior da Região Militar Leste, brigadeiro António Jorge Luís dos Santos, apelou aos militares a primar pelo amor e fidelidade à pátria, evitando o uso excessivo de bebidas alcoólicas, posse ilegal de armas de fogo e violação dos direitos e deveres da criança.

Forças Armadas constituem a reserva moral do Estado
Fotografia: Adolfo Dumbo | Edições Novembro

Ao intervir no encerramento de uma actividade enquadrada no programa das jornadas educativas patrióticas, o brigadeiro António Jorge Luís dos Santos explicou que tanto o uso excessivo de bebidas alcoólicas, posse ilegal de armas de fogo como a violação dos direitos da criança são comportamentos reprováveis pela sociedade e pelos regulamentos das FAA.
Os militares, disse, constituem a reserva moral do Estado, acrescentando que “é preciso manter a verdadeira reserva moral com amor e fidelidade perante a nação”.
O brigadeiro António Jorge Luís dos Santos disse que as instituições do Estado, a qualquer altura, podem contar com as Forças Armadas no sentido de garantir o normal funcionamento e preservar a integridade territorial, a unidade nacional e a inviolabilidade do território nacional. O chefe do Estado-Maior da Região Militar Leste esclareceu que os militares não devem abusar do álcool nem usar drogas, porque com essas práticas perdem a capacidade de trabalho e convivência pacífica no meio da família.
 Ao apresentar o tema  “consumo excessivo de bebidas alcoólicas”, o capitão João Januário Capoco disse que quando um militar pratica uma acção reprovável pela sociedade, é motivo de preocupação porque mancha a imagem das FAA.
O segundo-sargento Paulo Tchombé, que falou sobre a “posse ilegal de armas de fogo”, explicou que o lugar da arma de fogo é no quartel. “Não devemos guardar a arma em casa como se fosse uma roupa para vestirmos, porque é um perigo para a vida dos filhos, da esposa e também do próprio militar. A arma é boa para a defesa da pátria, mas quando empunhamos para cometer crimes já não é boa. Para que não venha o arrependimento depois é melhor evitar a utilização de arma de fogo sem prévia autorização”.
Sobre a violação dos direitos e deveres da criança, Paulo Tchombé disse que o militar deve defender e promover os direitos da criança,  conforme está legislado pela Constituição da República.

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