Política

Ministra das Pescas e do Mar na conferência sobre Oceanos

Uma delegação chefiada pela ministra das Pescas e do Mar, Maria Antonieta Baptista, participa, de 23 a 24 do corrente mês, em Oslo, Noruega, na Conferência Internacional sobre os Oceanos.

Ministra das Pescas e do Mar Antonieta Baptista
Fotografia: DR

De acordo com uma nota do Ministério das Pescas e do Mar, a delegação angolana, chefiada pela titular da pasta, Maria Antonieta Baptista parte para Oslo proveniente de Gaberone, Botswana, onde assinou, na passada quinta-feira, a carta da SADC que cria o Centro Regional de Fiscalização, Controlo e Vigilância de Pescas.

Angola torna-se, assim, no oitavo Estado-membro da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC) a assinar a referida carta, aprovada pelo Conselho de Ministros da organização, na reunião realizada em 2017, em Pretória, África do Sul.

Os outros Estados signatários da Carta são eSwatini, Lesoto, Moçambique, Namíbia, África do Sul, Tanzânia e Zâmbia.

Ao discursar na cerimónia, a ministra Maria Antonieta Baptista destacou o papel que a pesca representa nos meios de subsistência do povo angolano, em particular, e na região em geral.

Desde que assumiu o cargo, a ministra das Pescas e do Mar desenvolve acções tendentes à revitalização da indústria pesqueira, através da promoção da gestão sustentável da pesca e no desenvolvimento da aquicultura, proporcionando mais postos de emprego.

Em Gaberone, Maria Antonieta Baptista realçou a necessidade de se conjugarem esforços, através da partilha de informações para o combate à pesca ilegal não declarada e não regulamentada, com vista à salvaguarda dos recursos marinhos na região. O Ministério das Pescas e do Mar informa que, no fim-de-semana, Maria Antonieta Baptista, participou, em Nouachout, num encontro de trabalho com o ministro das Pescas e da Economia da Mauritânia.

Na mesma nota, o Ministério dá ainda conta de que o Tribunal de Contas já autorizou o início da terceira fase da construção do Instituto Hélder Neto, na província do Namibe, que conta com o financiamento do Chartered Bank da Grã Bretanha. O equipamento da primeira fase do apetrechamento está no Porto do Namibe, em fase de desalfandegamento.

 

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