Política

MPLA quer consolidar influência de Angola

O MPLA encorajou, ontem, o Executivo a consolidar o papel de Angola no contexto africano, com realce para o processo de pacificação da região dos Grandes Lagos, salvaguarda da segurança marítima no Golfo da Guiné, a integração económica da África Austral, assim como no estabelecimento de uma ordem justa e democrática para os problemas do continente berço.

Luísa Damião, vice-presidente do MPLA
Fotografia: Edições Novembro

Numa mensagem por ocasião do 25 de Maio, Dia de África, que se assinala hoje, o Bureau Político do Comité Central do MPLA considera que Angola deve reforçar a implementação da diplomacia económica, por forma a captar investimento estrangeiro e os necessários apoios e parceiros internacionais para o processo de relançamento da economia nacional.

O MPLA, que considera o 25 de Maio como "data de reflexão e de exaltação dos valores da africanidade", saudou os povos do continente africano, augurando avanços ao nível da situação de defesa e segurança, integração política e económica, assim como na prevenção e resolução pacífica dos conflitos armados.

O partido que suporta o Governo deixou uma palavra de apreço a todos os africanos que escolheram Angola para viver e trabalhar, prestando assim o seu valioso contributo na edificação de uma Angola próspera e fraterna, solidária e progressista.

De acordo com a mensagem, apesar da celebração do 57º aniversário do Dia de África ocorrer num contexto em que o continente ainda enfrenta graves problemas de instabilidade político-militar, pobreza e exclusão social, o MPLA expressa a esperança de ver África e os africanos a palmilharem o trilho do desenvolvimento económico e do progresso social, tendo como pilares a unidade e a paz, a democracia e a valorização do capital humano.

O Bureau Político do MPLA "reafirma a forte confiança nas lideranças africanas, no sentido de trabalharem para a melhoria das condições de vida e de segurança dos cidadãos africanos". Apelou às Nações Africanas para a necessidade do reforço da resposta colectiva contra a pandemia da Covid-19, que já causou milhares de mortos e paralisou a economia mundial.

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