Política

MPLA reage às acusações de Samakuva

Edna Dala

O MPLA, partido no poder em Angola, reagiu ontem às declarações do presidente da UNITA, Isaías Samakuva, que, na abertura das jornadas parlamentares, acusou o Executivo de abandonar a população da Huíla, Namibe, Cunene e Cuando Cubango, que enfrentam uma seca severa.

Fotografia: DR

A vice-presidente do MPLA, Luísa Damião, disse que o seu partido tem um programa “bastante sólido neste sentido” e a presença do “Presidente João Lourenço foi uma amostra evidente de que estão preocupados com a seca”.
A dirigente política reconheceu a necessidade de se desenvolver acções neste sentido com um programa estrutural sério e não com promessas. Acrescentou que, quando o Presidente esteve no Cunene, deixou “orientações claras e está a ser gizado um programa de combate à seca”. />Em Abril, o Conselho de Ministros aprovou um pacote financeiro de 200 milhões de dólares para solucionar problemas estruturantes ligados aos efeitos destrutivos da seca. Já em Maio, o Presidente da República foi constatar, durante a visita ao Cunene, algumas medidas implementadas para dar respostas no curto prazo, como a compra de mil cabeças de gado, pagas pelo Governo, para entregar a alguns dos produtores locais para minimizar as perdas e manter a capacidade de reprodução animal. Além disso, constatou a abertura de furos e construção de bebedouros.

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