Política

Norte-americanos elogiam reformas políticas em curso

O ministro das Relações Exteriores, Manuel Augusto, assegurou que as relações político-diplomáticas e de cooperação bilateral nos vários domínios entre Angola e os Estados Unidos são excelentes.

Reunião em Washington com o homólogo reforçou os laços
Fotografia: DR

O chefe da diplomacia angolana fez estas considerações segunda-feira, em Washington D.C., durante o encontro para consultas políticas bilaterais que manteve com o secretário de Estado dos Estados Unidos da América, Mike Pompeo, no âmbito das relações de cooperação existentes entre os dois países.
No encontro, o secretário de Estado, Mike Pompeo, disse que os Estados Unidos da América saúdam as "re-formas ousadas que o Presidente João Lourenço tem vindo a empreender desde que assumiu o cargo", se-gundo uma nota de imprensa do Ministério das Relações Exteriores.
O ministro Manuel Augusto aproveitou a visita aos Estados Unidos para convidar os investidores norte-americanos a participarem no processo de privatizações que se vai iniciar no país.
O titular do Ministério das Relações Exteriores esteve em Washington desde o passado domingo, onde participou num debate subordinado ao tema "The New Angola - Conversation with Minister Manuel Augusto", organizado pelo Atlantic Council, fórum americano para líderes políticos, empresariais e intelectuais, vocacionado para o debate sobre assuntos internacionais.
O ministro Manuel Augus-to convidou os investidores daquele país a participarem no futuro processo de privatizações no país.
O governante disse ser uma oportunidade para as companhias norte-americanas investirem em Angola.
Na ocasião, o ministro afirmou que o Governo angolano está a esforçar-se para fortalecer o quadro jurídico nacional e o sistema de Justiça, com a principal prioridade na moralização da sociedade.
Manuel Augusto destacou a luta contra a corrupção nos sectores da sociedade e da economia, afirmando que se pretende combater “as patologias da impunidade e corrupção, nepotismo e a lavagem de dinheiro”.
Relativamente ao investimento directo norte-americanos em companhias petrolíferas, o ministro considerou ser “altamente desejável e constitui um objectivo da estratégia de desenvolvimento sustentável de Angola”. Apontou, entre os sectores, o Comércio, Finanças, Energia, Indústria Transformadora e Segurança.

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