Política

Paris acolheu conferência internacional sobre a paz

A cidade de Paris acolheu até ontem uma conferência internacional sobre a paz: diálogo e educação intercultural e inter-religioso por um mundo de paz, harmonia e tolerância em que Angola participa com uma delegação chefiada pelo seu representante permanente do país na Unesco,  Diekumpuna Sita José.

A cidade de Paris acolheu até ontem uma conferência internacional sobre a paz: diálogo e educação intercultural e inter-religioso por um mundo de paz, harmonia e tolerância em que Angola participa com uma delegação chefiada pelo seu representante permanen
Fotografia: Kindala Manuel | Edições Novembro

Uma nota do Ministério da Cultura indica que a conferência, iniciada na segunda-feira, foi organizada pela re-presentação permanente da Costa do Marfim na Unesco, em colaboração com as associações Mundial de Budistas (WFB), da Escola de Aprendizagem da Terra Pura, Ic. (PLLC) e de Amigos do Mes-tre Chin Kung da Unesco (PAHD). A conferência foi realizada com base na declaração da constituição da Unesco, que afirma que a paz guia toda a acção da organização. “Já que as guerras começam nas mentes de homens e mulheres, é nas mentes dos homens e mulheres que as defesas da paz de-vem ser construídas”, refere o documento daquela agência das Nações Unidas.
Participaram no evento alguns embaixadores na Unesco, representantes de directores daquela agência da ONU, líderes religiosos e estudantes de teologia de vários países, que partilharam as suas experiências, apoiando os seus argumentos com exemplos de sucesso e/ou fracassos. A tolerância, compreensão e coexistência pacífica também foram evocadas, através de exposições de vários pontos de vista.
O representante permanente de Angola na Unesco fez, ontem, uma apresentação sobre “A cultura de paz e o diálogo inter-fé: a experiência de Angola”.
A delegação angolana foi integrada pelo ministro conselheiro junto da representação na Unesco, Avelino Luís Cabuço, e pelo director do Instituto Nacional para os Assuntos Religiosos do Ministério da Cultura, Francisco de Castro Maria.

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