Política

Pinda Simão é o primeiro secretário

António Capitão | Uíge

A terceira Conferência Extraordinária do Comité Provincial do MPLA no Uíge elegeu ontem Pinda Simão como primeiro-secretário provincial, em substituição de Paulo Pombolo.

Novo responsável do partido
Fotografia: Vigas da Purificação | Edições Novembro

A conferência foi testemunhada pela coordenadora do grupo de acampamento do Secretariado do Bureau Político do MPLA para a província, Joana Lina.
Pinda Simão destacou o trabalho feito por Paulo Pombolo durante o tempo em que dirigiu o MPLA na província, tendo elevado o nível de confiança junto das populações, permitindo, assim, a vitória nas eleições de Agosto.
O também governador da província falou da necessidade de  melhorar a actuação dos gestores públicos e líderes partidários para o desenvolvimento da região e  as condições de vida da população e o resgate da confiança das instituições.
A sensibilidade às críticas, a auscultação das opiniões das estruturas de base do partido e da sociedade civil podem ajudar a melhorar  as políticas partidárias e governativas, com vista a defender a estabilidade, unidade e reconciliação nacional, disse Pinda Simão, para acrescentar:  “É necessário que nas diversas estruturas do partido haja maior interacção, debate e aproximação com os vários actores sociais, sobretudo os académicos, associações juvenis, a OMA, JMPLA.”
O político solicitou da JMPLA  mais acções de formação para a promoção do empreendedorismo, gestão empresarial e criação de empresas.
A coordenadora do Grupo de Acompanhamento do Secretariado do Bureau Político do MPLA para o Uíge, Joana Lina, pediu mais coesão e unidade e sublinhou que o partido continua forte, coeso e determinado em criar políticas que conduzam ao desenvolvimento do país e ao bem-estar dos angolanos.
Ao  despedir-se dos militantes, Paulo Pombolo afirmou que a missão que cumpriu desde 2009 foi coroada de êxito, apesar de algumas imperfeições, tendo em conta o cumprimento das orientações do presidente do MPLA, que permitiu assegurar a hegemonia do partido na província.

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