Política

Presidente da República indica armas na luta contra o Covid-19

A necessidade de ficar em casa e de lavar as mãos com sabão quantas vezes for possível foi apontada pelo Presidente da República, João Lourenço, como armas que todos devem usar na luta contra um inimigo invisível e mortífero, o Covid-19.

Presidente da República, João Lourenço
Fotografia: DR

Numa mensagem por ocasião do 18º aniversário da Paz no país, o Chefe de Estado apela a todos os angolanos e estrangeiros residentes a cumprirem todas as recomendações de procedimentos de prevenção estabelecidas pelas competentes autoridades administrativas, sanitárias, policiais e outras, que têm como objectivo de evitar, ao máximo, o surgimento da contaminação comunitária e a propagação da pandemia. “Só a autodisciplina individual e colectiva nos salvará, para podermos voltar à nossa vida normal e desfrutar dos benefícios da paz e da reconciliação nacional”, exorta.
Referindo-se ao 18º aniversário da Paz, João Lourenço realçou o papel do ex-Chefe de Estado no processo de pacificação. “O Presidente José Eduardo dos Santos, como estadista, soube, na altura, interpretar este sentimento da grande maioria dos angolanos, das igrejas e da sociedade civil, verdadeiros artífices da paz alcançada”, sublinha. />“A 22 de Fevereiro de 2002, após décadas de um conflito armado entre irmãos angolanos, que ceifou inúmeras vidas humanas e destruiu grande parte das infra-estruturas com que o país contava, alcançou-se, finalmente, a tão almejada paz. Os angolanos compreenderam que só em paz era possível termos a Angola democrática, próspera e desenvolvida com a qual os nossos antepassados sempre sonharam e lutaram”, lembra.
O Presidente João Lourenço refere que a efeméride é comemorada numa conjuntura de crise económica iniciada em 2014, que se foi agravando com o aumento da dívida pública e a baixa dos preços do petróleo nos últimos anos. O desafio de reverter a situação, admitiu, é grande, mas é realizável “se todos compreendermos que o caminho é apostar na produção interna de bens e serviços pelo nosso sector empresarial privado e investidores estrangeiros, neste quadro de um melhor ambiente de negócios”.

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