Política

Rui Mingas à Angop: Visão do Chefe de Estado explica êxitos de Angola

O docente universitário e ex-embaixador de Angola em Portugal, Rui Mingas, afirmou, quinta-feira, em entrevista à Angop, que a visão estratégica do Presidente angolano, José Eduardo dos Santos, tem contribuído para os êxitos da diplomacia angolana na actualidade

O docente universitário e ex-embaixador de Angola em Portugal, Rui Mingas, afirmou, quinta-feira, em entrevista à Angop, que a visão estratégica do Presidente angolano, José Eduardo dos Santos, tem contribuído para os êxitos da diplomacia angolana na actualidade.
Rui Mingas disse ser notória a visibilidade internacional que o país tem ganho, cada vez mais, e recordou que o Chefe de Estado angolano tem, há muito, uma visão estratégica correcta em relação à posição que Angola deve ter no quadro das relações mundiais. O antigo secretário de Estado de Educação Física e Desportos e antigo vice-ministro da Cultura sublinhou que o convite para Angola estar presente na cimeira do G-8 é uma demonstração clara de que esta estratégia aplicada pelo Governo angolano, orientada pelo Presidente da República, é correcta e culmina com esta demonstração de reconhecimento.
Rui Mingas acrescentou que a nova dinâmica é também consequência do final do conflito armado, uma vez que a estabilidade política é cada vez maior e mais sólida, contribuindo  para a execução de acções antes impossíveis. Neste sentido, destacou o trabalho que tem sido desenvolvido para a diversificação das relações com os EUA, com as quais o país só tem a ganhar por ser uma referência hoje no mundo e praticamente a única superpotência. Nesta relação, disse, o domínio da educação não deve ser descurado, por ser uma área determinante,porque sem educação não se pode desenvolver um país. “Existem vários estudantes angolanos em universidades americanas, a fazer licenciaturas, pós-graduações e o importante é só impor maior dinamismo nas relações entre os dois Estados”, referiu.
Rui Mingas felicitou, igualmente, o ministro Assunção dos Anjos porque a sua ida aos EUA representou um passo positivo na maior proximidade entre os dois países.

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