Política

SADC espera eleições justas e transparentes

André da Costa |

A SADC espera que as eleições em Angola decorram de forma livre e justa, em conformidade com as regras de procedimento e directrizes da organização para a realização de eleições, afirmou ontem a chefe da delegação de Observadores da SADC, Susan Alphonce Kolimba.

Chefe dos observadores da SADC Suzana Kolimba
Fotografia: M. Machangongo | Edições Novembro

Em declarações à imprensa, no final de um encontro com o ministro das Relações Exteriores, Georges Chikoti, Susan Alphonce Kolimba, que é vice-ministra dos Negócios Estrangeiros e Cooperação da Tanzânia, agradeceu ao governo angolano por ter convidado a SADC para observar as eleições.
A missão da SADC, integrada por 225 membros de 15 países, chegou ontem ao país, para acompanhar o processo eleitoral em 15 províncias. O ministro das Relações Exteriores disse que Angola, como membro da SADC, tem obrigações a cumprir nos termos do protocolo que assinou, relacionado com a realização, de forma regular, de eleições democráticas.
Chikoti considerou como sendo a mais importante equipa de observadores da SADC, tendo em conta que o país é membro desta região. A delegação dos observadores da SADC, disse, vai se manter no país durante todo o processo eleitoral, para acompanhar todas as etapas do processo, desde a campanha eleitoral ao anúncio dos resultados finais.
Disse que a delegação da SADC vai trabalhar com a Comissão Nacional Eleitoral e com as seis formações políticas que concorrem nestas eleições, nomeadamente MPLA, UNITA, CASA-CE, FNLA, PRS e APN.
Até ao dia 17, a missão reúne-se com as formações concorrentes, com os ministros da Justiça e Direitos Humanos, Defesa Nacional, Administração do Território, comandante geral da Polícia e líderes religiosos.

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