Política

UNITA está solidária com as instituições

Adelina Inácio

O presidente da UNITA, Adalberto Costa Júnior, manifestou a solidariedade do partido com as instituições que trabalham na prevenção e combate ao Covid-19.

Fotografia: Contreiras Pipa| Edições Novembro

Através de um vídeo di-vulgado nas redes sociais, o líder do maior partido da oposição em Angola apela à união de todos os cidadãos para se evitar que o país também pague o preço que os outros países estão a pagar ao serem atingidos por esta pandemia.
“Entendo que o que temos que fazer é um trabalho de prevenção, por ser através desta que podemos fazer todo o nosso investimento no sentido de evitarmos que o problema nos atinja como está a atingir outros países”, disse.
Para Adalberto Costa Júnior, a melhor medida que pode ser utilizada para descontinuar a transmissão do vírus é o uso da mente. “Foi esta medida que a China utilizou e os países europeus estão actualmente a utilizar. Devemos todos permanecer em casa e lá respeitarmos as normas que estão a ser orientadas pelas instituições. Evitar receber visitas, fazer saídas desnecessárias, cumprimentar, dar beijo. Em casa usarmos as medidas de segurança, lavarmos regularmente as mãos e utilizando o álcool como medida de desinfecção”, aconselhou.
Quanto as áreas de quarentena, o presidente da UNITA apelou para que todos estes locais sejam dotados de todas as condições para receber os cidadãos que lá forem direccionados. Adalberto Costa Júnior entende que as condições de segurança e higiene vão incentivar o respeito pela permanência no local. “Assim estaremos todos a contribuir para que a quarentena seja respeitada e haja uma descontinuação da transmissão”, apelou.
O presidente da UNITA pediu aos seus militantes no sentido de procurarem as comunidades para partilharem o aconselhamento que as instituições estão a direccionar. Adalberto Costa Júnior defende que esta partilha de conhecimento seja igualmente transmitida em línguas nacionais. A ideia, acrescentou Adalberto Costa Júnior, é contribuir para uma ampla consciencialização da prevenção que todos devem abraçar. O presidente da UNITA entende ser este o momento para que todas as instituições vocacionadas para a concertação social utilizem a razão pela qual existem no sentido de potenciar todo o espaço de intervenção.
“Se todos formos disciplinados teremos a possibilidade de dizermos Angola conseguiu evitar o pico de transmissão, conseguimos salvaguardar o maior nú-mero de cidadãos e de vidas”, concluiu. 

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