Política

UNITA pede intervenção do Estado nas exéquias de Savimbi

A UNITA solicitou a intervenção da administração do Estado para que crie as condições para uma melhor circulação nas vias de acesso à aldeia de Lopitanga, arredores do município do Andulo, província do Bié, onde vão decorrer as exéquias do fundador do partido, Jonas Malheiro Savimbi.

Presidente Isaías Samakuva
Fotografia: Francisco Bernardo | Edições Novembro

Esta foi a decisão saída de uma reunião entre o presidente da UNITA, Isaías Samakuva, e os membros das diferentes subcomissões da comissão executiva das exéquias de Jonas Savimbi, criada pelo partido.
Durante a reunião, foi feito o ponto da situação do estado dos preparativos das exéquias, tendo os participantes o considerado positivo. En-tretanto, os participantes encararam como preocupante o estado das vias de acesso à aldeia de Lopitanga e das pontes sobre os rios que as atravessam, tendo solicitado a intervenção urgente dos órgãos da administração do Estado.
As exéquias de Jonas Sa-vimbi, inicialmente previstas para o passado dia 6 deste mês, foram adiadas pelo facto de não terem chegado oficialmente à direcção do partido nenhum dos três relatórios sobre as análises ao ADN do fundador da UNITA, feitos por instituições portuguesas, sul-africanas e angolanas.

Moralização social

O secretário da UNITA na província do Huambo, Liberty Samuel Tchyaka, afirmou ontem que a moralização da sociedade constitui um imperativo nacional.
Falando em conferência de imprensa, o político disse que a moralização deve ser abrangente aos gestores públicos para se combater a corrupção e o nepotismo, dois males que, segundo ele, ainda são comuns no país.
Acerca da iniciativa do MPLA, que no sábado deu início a uma campanha de moralização da sociedade, o dirigente partidário sugere que a mesma seja ampla e mais profunda nos níveis político, social, económico e cultural.

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