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Administração do Lôvua afasta empresas de fiscalização

A Administração Municipal do Lôvua, província da Lunda-Norte, anunciou ontem, em comunicado, a rescisão dos contratos de fiscalização de obras com as empresas Parallel Power e Topo Arquitectura, alegadamente por incumprimento dos acordos.

Fotografia: DR


O afastamento das empresas é fundamentado pelo "não cumprimento de cláusulas contratuais" para a fiscalização das obras nas regedorias de Saimbuanda, Tchilongo e Carimbula, todas no município do Lôvua. "Desde o arranque das empreitadas que não prestaram quaisquer informações ao dono da obra", acusa a Administração do Lôvua.

Enquanto decorrem os procedimentos para contratação de outras empresas, foi indicada a direcção municipal de Infra-estruturas, Transporte, Equipamento Urbano, Ambiente e Saneamento Básico para o "devido acompanhamento das empreitadas". No caso da regedoria de Saimbuanda, foi interrompida a construção de uma residência do tipo T3 que deveria ser fiscalizada pela empresa Topo Arquitectura. A administração local acusa, ainda, a empresa de ter abandonado o local de construção.
Sobre as obras previstas para Tchilongo e Carimbula, o comunicado não refere que tipo de projectos estão a ser implementados.

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