Províncias

Aldeia SOS integra jovens em actividades produtivas

Arão Martins|Lubango

 Jovens desfavorecidos da aldeia SOS do Lubango vão ser, brevemente, inseridos em actividade socialmente útil com a conclusão de cursos de formação profissional nas áreas de carpintaria, mecânica, electricidade e serralharia.

População está satisfeita com os resultados no âmbito do projecto “Aldeia SOS”
Fotografia: Arimateia Baptista

 Jovens desfavorecidos da aldeia SOS do Lubango vão ser, brevemente, inseridos em actividade socialmente útil com a conclusão de cursos de formação profissional nas áreas de carpintaria, mecânica, electricidade e serralharia.
A par da inclusão de jovens em actividades úteis, vão ser enquadrados outros jovens com formação académica, no âmbito do programa de “Fortalecimento Familiar” da Aldeia de Crianças SOS do Lubango, segundo o director da escola “Hermann Gmeiner”, Artur Catihe.
Artur Catihe disse que a aldeia controla 137 crianças agrupadas em 13 casas familiares e 41 jovens no projecto juvenil.
Explicou que a aldeia SOS existe há 13 anos.
A aldeia SOS é uma instituição de carácter humanitária, sem fins lucrativos, que trabalha a favor das crianças desfavorecidas. O seu objectivo, referiu Artur Catihe, consiste em que todas as crianças abandonadas sejam inseridas numa família da aldeia, para a sua sobrevivência e desenvolvimento saudável e harmonioso.
Sublinhou que a aldeia define o seu trabalho em cuidar crianças. “Recebemos crianças desde a tenra idade. Elas crescem numa casa familiar e ganham uma mãe tutora. É lhes dado o apoio educacional e alimentar, o que proporciona um crescimento saudável”, disse.
A embaixatriz da aldeia, Sónia António, referiu que o perfil da valorização da família constitui uma mais valia para o desenvolvimento multifacético das crianças concentradas na Aldeia de Crianças SOS do Lubango.
Afirmou estar feliz por reconhecer o trabalho da aldeia, o que a levou a aceitar o convite da Direcção da Instituição para ser embaixatriz da SOS do Lubango.
A apresentadora de televisão defendeu maior divulgação da acção da aldeia para que pessoas de boa fé, empresários, e não só, prestem apoio em benefício das crianças desamparadas.
a

Tempo

Multimédia