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Área desminada dá lugar a projecto de produção de algodão em Gangula

Carlos Bastos |Sumbe

O oficial de campo da Comissão Nacional Inter-Sectorial de Desminagem e Assistência Humanitária (CNIDAH) no Kwanza-Sul, Jorge Pombo, disse na sexta-feira, que em Cangongolo, comuna de Gangula, onde foram removidas 880 minas, vai ser implementado um projecto de produção de algodão.

 O oficial de campo da Comissão Nacional Inter-Sectorial de Desminagem e Assistência Humanitária (CNIDAH) no Kwanza-Sul, Jorge Pombo, disse na sexta-feira, que em Cangongolo, comuna de Gangula, onde foram removidas 880 minas, vai ser implementado um projecto de produção de algodão.
Esses explosivos foram destruídos, sexta-feira, em Cangongolo, cerca de dezassete quilómetros a Norte do Sumbe, Kwanza-Sul, pela direcção local do Instituto Nacional de Desminagem (INAD)·
O INAD perspectiva para os próximos tempos realizar acções de desminagem em áreas agrícolas e residenciais, bem como em zonas adjacentes aos centros de captação, tratamento e distribuição de água, nos municípios da Kibala, Cela e Waco-Kungo.
Dos engenhos constam minas anti-pessoal, anti-tanque, mísseis e projécteis de diversos calibres.
O chefe do departamento provincial do INAD, Joaquim Pina Antunes, disse que os engenhos explosivos foram recolhidos por sapadores da Brigada do Instituto Nacional de Desminagem, que utilizaram técnicas manuais, permitindo a clarificação de uma superfície de mil metros quadrados.
Joaquim Antunes disse ainda que o INAD vai continuar a cooperar com os demais organismos, visando facilitar o trabalho de localização e remoção de minas e outros engenhos não detonados na região.
Jorge Pombo afirmou que na referida área foram já destruídos cerca de 1.500 engenhos explosivos, com ajuda da brigada das Forças Armadas Angolanas (FAA), com técnicas de desminagem mecanizadas.

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