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Associação precisa de apoio financeiro para expandir projectos no interior da Huíla

A Associação de Seropositivos e Activistas da Luta contra o Sida (Aspalsida) precisa de mais de 200 mil dólares para expandir a actividade à população do interior da província da Huíla, revelou, na sexta-feira, no Lubango, a sua administradora.

A Associação de Seropositivos e Activistas da Luta contra o Sida (Aspalsida) precisa de mais de 200 mil dólares para expandir a actividade à população do interior da província da Huíla, revelou, na sexta-feira, no Lubango, a sua administradora.
A propósito do impacto da actividade da organização, Ana Paz, revelou, à Angop, que decorrem actividades de educação sobre a doença nos municípios do Lubango, Matala e Caluquembe.
Estes projectos, referiu, contam com o suporte financeiro do PNUD de cerca de 125 mil dólares, que termina em Setembro. A Aspalsida, frisou, pretende estender a actividade às restantes localidades da Huíla, de modo a aproximar os seus serviços aos afectados pelo HIV/Sida, estando o projecto dependente de apoios financeiros. O primeiro projecto desenvolvido, lembrou, denomina-se “Queremos Viver” e está vocacionado para a melhoria da qualidade de vida de pessoas que vivem com Sida.
O projecto, disse, inclui apoio psicossocial e emocional, enquanto o segundo, que se estende até 2014, visa dar a conhecer aos jovens aspectos sobre o HIV/Sida e apoiar crianças portadoras da doença. Sobre as dificuldades de organização, disse, consubstanciarem-se na falta de transportes para as deslocações aos municípios e para alimentação e medicamentos.
Através do financiamento do PNUD, a associação oferece, periodicamente, uma cesta básica aos doentes, situação que tende a complicar-se com o final do financiamento.A controlar actualmente 527 doentes adultos e 96 crianças, a Aspalsida realiza, todos os dias úteis, palestras nos hospitais Central, Sanatório e Pediatria e nas escolas e Faculdades, durante as quais transmite informações sobre as vias de transmissão e prevenção (primária e secundária).
“Há muitas pessoas queestão infectados com HIV/Sida e necessitam de apoio, como medicamentos”, disse Ana Paz.

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