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Aterros sanitários abertos no Lubango

Arão Martins | Lubango

As grandes quantidades de lixo produzido pelos habitantes da cidade do Lubango, na Huíla, têm um melhor tratamento, a partir dos próximos dias, com a abertura de dois novos aterros sanitários, anunciou, ontem, o administrador municipal.

A população tem sido aconselhada no sentido de participar nas campanhas de limpeza e de recolha de resíduos sólidos
Fotografia: Arão Martins | Lubango

Francisco Barros garantiu ao Jornal de Angola que já foram localizado espaços para instalação de dois aterros sanitários, sendo um na parte norte e outro no sul. Com base nisso, o administrador acrescentou que técnicos do Ministério do Urbanismo estiveram na cidade do Lubango, tendo sido feito um diagnóstico das áreas onde vai funcionar o depósito do lixo.
O administrador municipal disse que a cidade do Lubango tem   731.575 habitantes que, em média, produzem  146.315 toneladas de lixo, o que, referiu Francisco Barros, torna  impossível um único aterro absorver todo o lixo.

Falta de meios técnicos

Um outro problema apontado pelo administrador municipal é a  incapacidade das operadoras contratadas para a gestão dos resíduos sólidos na cidade do Lubango e a Administração Municipal não dispor de meios para intervir quando for necessário. “Estamos preocupados com a recolha de lixo, que constitui um problemas de saúde, por isso temos de primar pelo saneamento, sob pena de se multiplicarem as doenças”, referiu o administrador do Lubango.
De modo a  evitar doenças, Francisco Barros  solicitou a participação de todas as forças activas do município do Lubango para participarem nas  campanhas de limpeza e recolha de lixo. O administrador municipal do Lubango manifestou  desejo de  intensificar os trabalhos de sensibilização dos empresários e munícipes para participarem na manutenção do saneamento básico.

Campanhas de sensibilização

 Segundo o governador provincial da Huíla, João Marcelino Tyipinge, a cidade do Lubango tem o maior foco de lixo da província da Huíla, sendo necessária a participação de todos os munícipes, para o seu combate.   
“O que temos notado é que as pessoas limpam os quintais e deitam lixo de forma desordenada nas ruas.Vamos sensibiliza-las para depositarem os resíduos nos contentores em horas e dias apropriados, de modo a que a recolha seja feita de forma coordenada”.

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