Províncias

Autoridades vão processar empreiteiros incumpridores

Justino Vitorino | Lussole

O administrador municipal do Chinjenje, Hermenegildo Coelho da Cruz, disse ontem, ao Jornal de Angola, que o Governo da Província do Huambo vai processar civil e criminalmente todos os empreiteiros que não cumpriram os prazos de execução das obras a si consignadas e pagas na sua totalidade pelo Executivo, desde 2013.

Hermenegildo Coelho da Cruz, que fez tal advertência durante uma visita à localidade do Lussole, 26 quilómetros da vila sede do município do Chinjenje, acrescentou que das 15 obras de impacto social adjudicadas no ano de 2013 a nível municipal nenhuma foi terminada.
Na localidade do Lussole, segundo o administrador do Chinjenje, estão por concluir uma escola do ensino primário, com dez salas, um centro de saúde e três pontos de águas, e os incumprimentos por parte dos empreiteiros estão a causar grandes transtornos à população.
“Falta muita coisa na localidade de Lussole, devido principalmente ao incumprimento e falta de transparência por parte de alguns responsáveis governamentais e de algumas empresas que ganharam concursos de empreitadas, mas que não cumprem, até aqui, com as suas obrigações”, concluiu o administrador do Chinjenje, Hermenegildo Coelho da Cruz.
Na província do Huambo estão em curso diversas obras de impacto social que visam melhorar a qualidade de vida da população, com destaque para as dos sectores da Saúde e da Educação.
As vias de acesso também estão a ser melhoradas para facilitar as trocas comerciais e o escoamento dos produtos agrícolas para os principais mercados. 

Moradores da Caála são realojados em breve  


Um total de 32 famílias com residências próximas de uma ravina entre a Estrada Nacional 260 e o bairro do Cemitério, no município da Caála, província do Huambo, são realojadas este mês, disse, ontem, á Angop, o director dos Serviços Técnicos da Administração da Caála.
 António Nawandi  esclareceu que as famílias são realojadas no bairro da Lenha, onde foram já preparados 500 metros quadrados de terreno para a autoconstrução dirigida.
A ravina progrediu nos últimos meses em consequência das chuvas. O programa de realojamento, disse, vai abranger os cidadãos que construíram ilegalmente no  morro  Bangela.

Tempo

Multimédia