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Barragem do Ngove fomenta progresso

Os munícipes da Caála, província do Huambo, auguram maior crescimento socioeconómico da região, com a entrada em funcionamento, em Fevereiro de 2011, da barragem do Ngove, já que a hidroeléctrica vai permitir a recuperação do parque industrial da localidade.

Vários projectos hidroeléctricos estão em curso em diferentes províncias do país
Fotografia: JA

Os munícipes da Caála, província do Huambo, auguram maior crescimento socioeconómico da região, com a entrada em funcionamento, em Fevereiro de 2011, da barragem do Ngove, já que a hidroeléctrica vai permitir a recuperação do parque industrial da localidade.
Francisco Epalanga, um dos munícipes, disse que “o número de acidentes provocados por geradores domésticos vai diminuir”.
Segundo o munícipe, com a entrada em funcionamento da barragem a poluição ambiental também vai reduzir.“Acredito que o município vai conhecer um grande desenvolvimento”, disse.
Por sua vez, o munícipe Osvaldo Béu disse que a população vai poder pôr em funcionamento as pequenas indústrias.
Ndua Gastão, outro popular ouvido, também acredita que a barragem do Ngove vai permitir a rápida revitalização do parque industrial da Caála, o que, consequentemente, vai permitir o desenvolvimento económico local e minimizar os gastos com a manutenção e compra de combustível para os geradores.
A construção da barragem hidroeléctrica do Ngove está avaliada em aproximadamente 150 milhões de dólares. A barragem vai produzir 60 megawatts de energia eléctrica.
No primeiro trimestre de 2011 a barragem vai gerar 20 megawatts, para as províncias do Huambo e Bié e, no final do mesmo ano, vai produzir 40. O projecto de construção das linhas de baixa e média tensão das cidades do Huambo e Caála, aprovados em finais de Abril, pelo Conselho de Ministros, será executado em 18 meses e custará ao governo cerca de 52 milhões de dólares.Este projecto vai permitir que ambas as cidades disponham de 15 kilowatts, mais nove do que é fornecido actualmente.

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