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Bengo precisa de câmaras frigoríficas

Maiomona Artur | Ambriz

A falta de câmaras frigoríficas para a conservação do pescado, canoas e postos de combustíveis para facilitar o trabalho dos pescadores tem causado grandes dificuldades, disse ontem ao Jornal de Angola o presidente da Federação das Cooperativas dos Pescadores do Ambriz, Gomes Augusto Mboma.

Pescadores querem aumentar as capturas
Fotografia: Dombele Bernardo

A falta de câmaras frigoríficas para a conservação do pescado tem contribuído para a deterioração do peixe e sua comercialização, pelo que solicitam ao Governo maior atenção a este sector, porque é dele que sobrevive a maior parte das famílias nesta zona pesqueira da província do Bengo. O peixe é conservado em caixas térmicas e arcas, com gelo, sistema muito dispendioso. As duas únicas câmaras frigoríficas estão inoperantes há cerca de cinco anos.
Além de câmaras frigoríficas necessitam igualmente de lanchas, canoas e vários equipamentos que facilitam o trabalho desenvolvido pelos pescadores.
Gomes Augusto Mboma louvou a iniciativa recente do secretário de Estado para a Juventude, Nhanga de Assunção, que ofereceu diversos materiais de pesca às cooperativas da região. O município do Ambriz controla três cooperativas de pescadores, com 20 a 30 elementos cada, e que, por várias dificuldades, outras independentes se encontram em vias de extinção.

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