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Bengo regista aumento de casos de malária

Edson Fontes

Os casos de malária no município de Pango-Aluquém, no Bengo, tendem a aumentar. Durante o primeiro semestre do ano em curso registaram-se mais de dois mil casos, segundo o director municipal da Saúde.

População é aconselhada a procurar as unidades sanitárias logo após os primeiros sintomas
Fotografia: Edições Novembro

Sebastião Paulino acrescentou que a situação é preocupante, devido às condições sociais e climáticas e que, no quadro do programa de combate à malária, foram distribuídos 1.610 mosquiteiros impregnados com insecticida de longa duração, que beneficiaram mulheres grávidas e crianças.
O município, ainda de acordo com Sebastião Paulino, só tem uma médica, sendo necessário mais cinco, para um universo de oito mil habitantes. A assistência à população é assegurada também por 27 enfermeiros.
A rede sanitária é composta por um hospital municipal, dois centros de saúde e um posto médico.
“As infra-estruturas estão em boas condições e temos fármacos essenciais suficientes para atender a população”, sublinhou Sebastião Paulino, que apontou como maior dificuldade a falta de recursos humanos. A  malária lidera a lista das doenças mais frequentes, seguindo-se as diarreicas e respiratórias agudas.

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