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Casos de mulheres que pretendem evitar engravidar estão a aumentar

Mais de três mil pessoas, das quais 2.587 mulheres de diferentes idades, fizeram consulta de planeamento familiar numa das várias unidades sanitárias da província do Bengo, entre Janeiro e Dezembro do ano passado.

Mais de três mil pessoas, das quais 2.587 mulheres de diferentes idades, fizeram consulta de planeamento familiar numa das várias unidades sanitárias da província do Bengo, entre Janeiro e Dezembro do ano passado.
A supervisora provincial do programa de saúde reprodutiva, Catarina de Carvalho, disse ontem à Angop que as consultas se destinam a evitar gravidezes indesejáveis e a prevenir doenças transmissíveis sexualmente, e que no ano passado houve um aumento de mais de mil consultas em relação a 2010.
Este aumento deve-se, segundo ela, ao incremento de trabalhos de sensibilização e permitiu registar uma diminuição considerável de gravidezes indesejadas.
Entre os pacientes (mulheres e homens) que procuraram os serviços de planeamento, 1.570 fizeram-no pela primeira vez, enquanto 1.772 realizaram consultas regulares, fruto das palestras de sensibilização levadas a cabo nas de pré-natal. Durante as consultas, os métodos seguidos e aconselhados para o planeamento familiar foram a pílula injectável e o preservativo.
“As mulheres que procuram os serviços pela primeira vez e aquelas que realizam consultas regulares aderem mais ao método de pílula injectável e depoprovera, descartando o preservativo feminino, por o considerarem muito largo”, explicou Catarina de Carvalho.
Relativamente aos homens, disse que são poucos os que comparecem às consultas de planeamento familiar. Os rapazes preferem dirigir-se aos centros de aconselhamento e testagem voluntária.

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