Províncias

Escola Superior Pedagógica atenta às carências do país

Noé Jamba | Caxito

O director-geral da Escola Superior Pedagógica (ESP) do Bengo disse, ontem, em Caxito, que o tempo de formar apenas elites restritas e de feição dominantemente burocrática ficou para trás.
  

Aberto ano académico no Bengo
Fotografia: Edmundo Eucílio | Caxito

O director-geral da Escola Superior Pedagógica (ESP) do Bengo disse, ontem, em Caxito, que o tempo de formar apenas elites restritas e de feição dominantemente burocrática ficou para trás.
Silvério Major, que falava na abertura do ano académico da ESP, afirmou que hoje é necessário formar profissionais “altamente qualificados em todos os sectores considerados vitais para sociedade”.
“A transformação da sociedade coloca a Universidade no centro dos desafios e põe a nossa instituição no cruzamento dos caminhos que dão acesso o futuro”, referiu.
Silvério Major mostrou-se preocupado com elevado número de negativas nas provas de acesso à ESP do Bengo, frisando ser necessária “uma melhoria substancial da qualidade do ensino no segundo ciclo”.
Disse, por outro lado, que a instituição vai apostar “forte” na área multimédia. “Queremos proporcionar aos nossos alunos uma vivência cosmopolita e multicultural e convencê-los que a investigação científica é uma prática e não um discurso repetido”, disse, sublinhando:
“Por isso, este ano, contaremos com a biblioteca e a sala de informática e Internet para a comunidade estudantil”
Este ano lectivo estão inscritos cerca de 1396 candidatos para 400 vagas, enquanto na região dos Dembos, a cerca de cem quilómetros de Caxito, 703 alunos com o ensino médio concluído pretendem ver instalado um núcleo do ensino superior.  A ESP do Bengo, criada a três anos, tem os cursos de matemática, História, português, psicologia e pedagogia.   

Tempo

Multimédia