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Estabelecimentos comerciais de Caxito estão cheios de produtos de qualidade

Edson Fontes | Caxito

A poucos dias da quadra festiva, a cidade de Caxito ganhou outro ânimo, com o aumento de estabelecimentos comerciais e a reabertura do Nosso Super.

Com a reabertura no “Nosso Super” aumentou a oferta de produtos e melhoraram as condições de higiene e conservação
Fotografia: Edmundo Eucilio |Caxito

A poucos dias da quadra festiva, a cidade de Caxito ganhou outro ânimo, com o aumento de estabelecimentos comerciais e a reabertura do Nosso Super.
Numa ronda feita por alguns estabelecimentos comerciais no município do Dande, o Jornal de Angola apurou  que os grossistas estão razoavelmente abastecidos e prontos para a demanda.
Paulo Daniel, residente em Caxito, disse que, “com a reabertura do Nosso Super, as coisas se inverteram, sobretudo com a melhoria das condições de higiene e conservação dos produtos”.
O Nosso Super, acrescentou, é o melhor supermercado que surgiu na região, pois oferece todas as condições para satisfazer as necessidades dos clientes. “Já temos três tipos de cabazes, que variam entre os dez a trinta mil kwanzas, e brinquedos para as nossas crianças”, sublinhou Paulo Daniel.
Os estabelecimentos comerciais estão lotados com diversos produtos alimentares, como farinha de milho, arroz, massa, óleo vegetal, cebola, batata rena, feijão, bacalhau, farinha de trigo, grão-de-bico, enchidos e outros.
Uma lata de leite em pó está a ser vendida a 2.800 kwanzas, o quilo de arroz a 120, a fuba de milho a 150, o kilo de feijão a 300, o pacote de massa alimentar a 150, o litro de vinagre a 100, a embalagem de manteiga a 550, o cartão de ovos a 900 e a leite de azeite doce entre 400 e 800 kwanzas.
Armindo Brito, responsável da Casa Comercial Pascoal, disse que “tudo está pronto para satisfazer as necessidades do cliente da região, mas, devido à forte concorrência, falta-nos a batata rena e o bacalhau”. “Com a abertura de outros estabelecimentos comerciais, os populares procuram sempre os locais mais próximos de suas casas”, sublinhou.
Paula Fernandes, vendedora ambulante, referiu que, apesar de nesta altura estar a “facturar” um pouco mais, enfrenta dificuldades, pois, sublinhou, “as lojas onde adquirimos os produtos registam enormes enchentes”. Domingos Figueira, director provincial do Instituto Nacional de Defesa do Consumidor (INADEC), referiu que a sua instituição está atenta a eventuais casos de especulação e que, por isso, os técnicos fizeram visitas a mais de 100 estabelecimentos comerciais, na primeira semana de Dezembro.

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