Províncias

Falta de energia eléctrica impede aulas nocturnas

A falta de energia eléctrica, motivada pela escassez de combustível para o grupo gerador que abastece a vila de Kibaxe, está a dificultar o normal funcionamento do ensino nocturno naquela região da província do Bengo.

A falta de energia eléctrica, motivada pela escassez de combustível para o grupo gerador que abastece a vila de Kibaxe, está a dificultar o normal funcionamento do ensino nocturno naquela região da província do Bengo.
O chefe de secção do ensino geral no município dos Dembos, Pedro Sebastião, explicou à Angop que a situação está a causar descontentamento entre professores e alunos, uma vez que a situação está a impedir os professores de conseguirem cumprir os seus planos trimestrais de aulas.
Por seu turno, o administrador adjunto dos Dembos, António Albino, explicou que uma avaria do camião cisterna que transporta combustível para o gerador está na base deste problema. No entanto, segundo adiantou, a administração está a trabalhar no sentido de resolver a situação o mais depressa possível.

Professores dos Dembos abandonam o trabalho

Novos professores recrutados no último concurso público e colocados no município dos Dembos, província do Bengo, estão a abandonar os seus postos de trabalho, disse na sexta-feira, à Angop, o chefe de secção do ensino geral da região, Pedro Sebastião.O responsável explicou que, dos 79 professores que receberam guias de colocação para a vila de Kibaxe, sede municipal, menos de 30 encontram-se a laborar nos Dembos, situação que está a causar embaraços ao sector da Educação.Esta ausência, explicou, tem causado enormes dificuldades, sobretudo na distribuição da carga horária daqueles docentes que permanecem no município.
Por essa razão, pede a todos os professores que se encontram nessa situação a regularizarem as suas faltas e retomarem os respectivos postos de trabalho, pois caso contrário a repartição da Educação procederá ao acto de abandono dos referidos docentes.
Os professores Francisco Henrique Dias dos Santos e Francisco Neto afirmaram à Angop não haver condições de alojamento para os docentes transferidos para o município dos Dembos. No entanto, Pedro Sebastião garantiu haver condições para acolher os docentes destacados para leccionarem nas instituições de ensino do município.
Numa ronda efectuada pela Angop, na vila de Kibaxe, sede municipal dos Dembos, constatou-se a existência de residências com condições mínimas de habitabilidade destinadas a professores, mas que não estão habitadas.
O sector da Educação nos Dembos possui 39 escolas, das quais 33 primárias, cinco do I ciclo e uma escola do II ciclo.As aulas são garantidas por 333 professores de diferentes níveis, dos quais 79 transferidos no âmbito do último concurso público para a vila de Kibaxe.

Tempo

Multimédia